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Macaco encontrado morto no interior de Toledo não tinha Febre Amarela

Toledo | 11/06/2019 | 15:21 |
| Fotos: Divulgação |
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O exame feito em um macaco encontrado morto, no dia 02 de maio, entre as comunidades de Quilômetro 41 e Cerro da Lola, no interior do município de Toledo, deu negativo para Febre Amarela. O resultado saiu ainda no dia 28 de maio, mas ainda não havia sido divulgado. A análise foi realizada pelo Laboratório Central do Estado do Paraná (Lacen), em Curitiba e posteriormente encaminhado para a Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), também na capital do Estado.

O animal foi encontrado por servidores da Secretaria Municipal de Saúde, que estavam indo em direção ao interior do município, com a intenção de fomentar ações de prevenção e conscientização para a vacinação contra a Febre Amarela.

Os exames em, animais com suspeita de Febre Amarela, principalmente os primatas como os macacos são feitos com a finalidade de coibir o avanço da doença entre os próprios animais em em seguida para os seres humanos. “Os macacos servem como indicativo para possíveis casos em humanos, por isso a preocupação foi grande, quando o animal foi encontrado”, contou a médica veterinária da 20ª Regional de Saúde de Toledo, Ana Laís.

Casos suspeitos em 2019

Este foi o segundo caso suspeito de Febre Amarela em macacos no ano de 2019 na cidade de Toledo. Ambos os casos apontaram um resultado negativo para a doença. A 20ª Regional de Saúde compreende Toledo e mais 17 municípios da região oeste, sendo que em outras três destas cidades foram registrados casos suspeitos da doença, neste ano.

Os casos identificados foram nas cidades de Terra Roxa e Nova Santa Rosa. Os dois municípios tiveram um caso suspeito e ambos deram negativo. Outro caso suspeito foi identificado na cidade de Guaíra, entretanto o exame não pôde ser realizado. Todos estes casos suspeitos foram registrados em animais.

Ana Laís, ressalta que sempre que um animal é encontrado morto com a suspeita da doença, eles são encaminhados imediatamente para o Lacen, em Curitiba para a realização dos exames. “Sempre que um animal, principalmente macacos são encontrados mortos nós encaminhamos imediatamente para a realização dos exames. Esse cuidado afasta as chances de que ocorra a proliferação da doença entre os animais e posteriormente ela se manifeste nos seres humanos”, informou.

Ana Laís complementou, revelando que desde que faz parte da equipe veterinária da 20ª Regional de Saúde de Toledo ainda não presenciou nenhum caso confirmado de Febre Amarela. “Estou desde meados de 2017 na 20ª Regional de Saúde e desde então nenhum caso de Febre Amarela foi confirmado. Isso é um ótimo indicativo de que o trabalho tem sido bem feito, no entanto é sempre importante manter todos os cuidados em dia”, concluiu Ana Laís.

Vacinação

Os especialistas concluem que a única forma de combater a Febre Amarela é com a vacinação, que é aplicada em dose única em todos os postos de saúde da rede pública. Médicos e enfermeiros pedem para que as pessoas fiquem atentas a sua carteira de vacinação para se manter imunizadas contra a doença.

Febre Amarela

A Febre Amarela é uma doença infecciosa grave, transmitida por vírus e vetores. Os principais sintomas são febre alta; náuseas; cansaço; calafrios; dor de cabeça; dor muscular e vômitos durante três dias. A forma mais grave da doença é vista raramente e pode aparecer, após um período de melhora. Neste momento pode ocorrer icterícia (olhos e pele amarelados); insuficiências hepática e renal; hemorragias e cansaço intenso.

Transmissão

A Febre Amarela é transmitida por mosquitos, seja em áreas urbanas ou rurais. Nas áreas urbanas e silvestres o mosquito transmissor é o Haemagogus e na área urbana o responsável pela transmissão é o Aedes Aegypti, mesmo mosquito que transmite a dengue. A doença ainda pode ser transmitida pelo Aedes Albopictus. A Febre Amarela pode ser contraída em países da América do Sul; América Central e África.

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