Tentativa, erro, observação e experimentação. A ciência move o mundo, e a curiosidade move a ciência. Na Academia Donaduzzi, os estudantes aprendem fazendo, e com a volta às aulas, as expectativas para o semestre são várias.
A Academia evoluiu e conta, agora, com uma estrutura pedagógica ainda mais moderna, que amplia a autonomia do estudante. “Analisamos os 16 eixos temáticos da Academia e definimos uma estrutura de até três anos de conteúdo para cada eixo. Isso permite que os estudantes, além de escolherem exatamente o que querem experimentar, garantam certificações específicas que contribuam com o seu futuro”, explicou o coordenador Gustavo Klein.
A divisão dos eixos em mais módulos também possibilita que as aulas sejam mais direcionadas e flexíveis. “O aluno que vem estudar confeitaria pode ficar três anos estudando, sempre aprendendo algo diferente. E no final, quando ele terminar o bloco de confeitaria, se tornará um Mestre Confeiteiro da Academia”, exemplificou.
Onde os sonhos ganham forma
O estudante Vincenzo Rossi, de 13 anos, sonha em ser chef de cozinha e ter o seu próprio restaurante. “No semestre passado, fiz cinco aulas de Gastronomia. Neste semestre, escolhi continuar explorando essa área. Também estou fazendo outros módulos. Eu sei que tudo o que estudamos aqui vai ajudar no futuro, no meu sonho”, contou.
Como as aulas da Academia ocorrem no contraturno escolar, Vincenzo consegue aliar os conhecimentos. “O que mais gosto da Academia são as práticas, porque faz toda a diferença no aprendizado. Consigo unir as aulas com a teoria e aprender ainda mais, colocando a mão na massa”.
O coordenador explicou que montar o próprio horário é benéfico de diversas formas, principalmente pelo entusiasmo de ter a flexibilidade. “Isso é muito estimulante. O aluno se desenvolve no que ele se identifica e tem a possibilidade de experimentar algo novo”, destacou.
Liberdade para experimentar
Essa rotina reflete no rendimento dos alunos no colégio, por meio da aplicação dos conhecimentos teóricos em projetos.
Matheus de Oliveira Freitas, de 13 anos, conta que a motivação é maior quando estuda os módulos que escolheu. “Elaborar nossos horários nos dá liberdade e nos estimula a aprendermos o que gostamos e nos interessa. Isso também nos incentiva a participar mais das aulas e projetos”, expressou.
O estudante aproveita ao máximo o tempo do contraturno escolar nos Laboratórios de Teatro, Coral, Xadrez, Gastronomia, Esporte, Violino, Violão e Robótica. “As aulas do contraturno são muito boas pelo método de ensino, porque existem vários jeitos de você aprender, seja na prática, oralidade ou em grupos, e isso influencia muito no nosso aprendizado”, concluiu.