O primeiro semestre do Biopark, na perspectiva da área de Novos Negócios, foi de muito crescimento. Entre as inaugurações, alguns dos destaques foram a implantação da agência do Sicredi, mais uma unidade do Restaurante Centrão Park, a instalação de uma farmácia, academia de musculação, quitandinha para compra de produtos e itens básicos para o dia a dia e a inauguração da clínica Humana Odonto.
A atração de novas empresas para o ecossistema foi positiva, e o crescimento não para, como destacou o diretor de Novos Negócios, Hermes Inácio. “A nossa equipe vem trabalhando na atração de empresas para o crescimento do ecossistema nas diversas áreas de serviço”.
Hermes salientou o projeto de grandes empresas dentro do Biopark, com foco em aproveitar as oportunidades do Oeste do Paraná. “A nossa expectativa é de que, a cada dia, evoluamos a passos largos no objetivo de consolidação do Biopark como um grande ecossistema de inovação e desenvolvimento econômico”.
Hermes destacou os desafios, entre eles um dos mais importantes: a instalação de um supermercado. “Já estamos buscando deixar tudo alinhado para que, ainda na virada de 2026 para 2027, ocorra essa grande inauguração no nosso ecossistema”.
Segundo o diretor, outros planos também estão em destaque, como serviços de lava car, beleza e outras comodidades que vão contribuir com quem trabalha e mora no ecossistema.
Case de sucesso de uma empresa que faz parte do ecossistema:
A Quitomax, inserida desde 2025 no Biopark, transforma resíduos em oportunidades por meio da bioeconomia, com tecnologia brasileira que transforma biopolímero natural em soluções industriais de alto valor agregado.
Para o fundador da empresa, João Bosco Dias Pinheiro, o maior diferencial da empresa é: “Desenvolver tecnologias capazes de resolver problemas industriais utilizando a quitosana como uma plataforma tecnológica”.
Entre os principais campos de atuação estão as soluções voltadas para bioenergia, com tecnologia para purificação de biogás e recuperação de matérias orgânicas de efluentes industriais para reaproveitamento do produto; e a agricultura regenerativa, utilizando quitosana para bioinsumos. Para realizar tais atividades, a empresa faz uso, por meio da locação, de um dos barracões que faz parte do condomínio industrial Arno Donaduzzi.
João destacou que grande parte do desenvolvimento da empresa se deu pela ajuda e incentivo do Biopark. “Mais do que infraestrutura, o ambiente colaborativo é um dos grandes diferenciais do Biopark. Aqui conseguimos estar próximos de universidades, pesquisadores, empresas, investidores e parceiros industriais. Essa interação acelera o desenvolvimento tecnológico”.
Para finalizar, o empresário reforçou: “O Biopark cria um ambiente onde pesquisa, empreendedorismo e inovação convivem diariamente. Para uma empresa de base tecnológica como a nossa, isso ajuda a reduzir a distância entre ideias, pesquisa, validação industrial e mercado”.