Um Projeto de Lei (PL) protocolado na Câmara Municipal de Toledo na quarta-feira, 18, reforça a proibição da comercialização e amplia as restrições ao uso de cigarros eletrônicos, conhecidos como “vapes” ou “pods”, no município.
De autoria da vereadora Olinda Fiorentin (PSD), o Projeto de Lei de Nº 38/2026 mantém a proibição da venda, distribuição e fornecimento desses dispositivos, incluindo acessórios, refis e insumos, mesmo que de forma gratuita, e amplia as restrições ao uso, que passa a ser proibido em ambientes coletivos.
Bompel Indústria de Calçados está com vagas abertas em Toledo
Inscreva-se já no site e faça parte da maior exportadora do setor.
Bompel Indústria de Calçados
Conheça a nova Aerox ABS! Disponível na Sodder Concessionária Yamaha
Aproveite Aerox ABS Connected por R$21.490 ou parcelas de R$330 no con...
Sodder Motos e Náutica - Concessionária Yamaha
Sicoob: a maior rede de atendimento financeiro do Brasil
Mais de 4,7 mil pontos e 9,7 milhões de cooperados em todos os estados...
Sicoob
BaterTol Baterias: 10% de desconto exclusivo para mulheres
Bateria automotiva a partir de R$ 315,00 com entrega e instalação grát...
BaterTol Baterias
Móveis Planejados para 5 ambientes a partir de R$ 19.800
Parcelamento em até 18x. Conheça a Positano Móveis Planejados de Toled...
Positano Móveis Planejados
Pensou em consórcio? Fale com Edemir Baierle do Consórcio Araucária
Cartas de crédito a partir de R$150 mil e possibilidade de upgrade par...
Consórcio AraucáriaA proposta determina que o uso de cigarros eletrônicos fica proibido em ambientes públicos e privados de uso coletivo, abrangendo locais como repartições públicas, estabelecimentos comerciais, bares, restaurantes, instituições de ensino, transporte coletivo, além de praças, parques e áreas comuns de condomínios, o que, na prática, restringe o consumo a ambientes de uso estritamente individual.
A comercialização de cigarros eletrônicos já é proibida no Brasil desde 2009, por resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O projeto apresentado na Câmara de Toledo amplia essa restrição ao incluir regras locais de fiscalização, além de penalidades administrativas relacionadas ao uso e à venda desses dispositivos.
O texto também prevê sanções para estabelecimentos que descumprirem a norma, como multa de 20 Unidades de Referência de Toledo (URTs), que em 2026 correspondem a R$ 110,16 cada, totalizando R$ 2.203,20, além de suspensão do alvará de funcionamento e até cassação definitiva em caso de reincidência.
Para os usuários, o projeto também prevê penalidades. Conforme o Artigo 4º do texto, “o usuário flagrado utilizando algum dos dispositivos descritos nesta Lei estará sujeito à apreensão do produto e à aplicação de multa administrativa, nos termos da regulamentação do Poder Executivo”.
Shopping 1,99: Presentes de Páscoa cheios de carinho
Cestas, lembranças e opções especiais para surpreender quem você ama. Confira as...
Vagas abertas para Motorista Carreteiro
Junte-se à Transportadora Nova Santa Rosa! Envie seu currículo pelo WhatsApp.
Aproveite ofertas no Mês do Consumidor na Haka Comércio de Cadeiras
Cadeiras ergonômicas e modernas para seu escritório
Prefeitura de Toledo: descarte correto e cidade mais limpa
Separe o lixo e siga o cronograma. Veja os dias de coleta no site e contribua pa...
Mais
Nesse caso, o valor da multa ainda não está definido no projeto e deverá ser estabelecido posteriormente.
No caso de menores de idade, a proposta prevê encaminhamento ao Conselho Tutelar.
Outro ponto previsto no projeto é a proibição de concessão ou renovação de alvará para estabelecimentos que comercializem esses produtos.
Na justificativa do projeto, a vereadora Olinda Fiorentin destaca a urgência da medida diante do uso crescente dos dispositivos entre jovens, inclusive dentro das escolas. Segundo a autora, a proposta é "medida necessária para resguardar a saúde pública, prevenir o acesso precoce de crianças e adolescentes a tais produtos e assegurar maior efetividade às ações de fiscalização no âmbito do município”. O texto também reforça que esses produtos já têm comercialização proibida no país desde 2009.
O projeto agora segue para tramitação nas comissões da Câmara antes de ser votado em plenário.
Para conferir o texto do Projeto de Lei de Nº 38/2026 basta CLICAR AQUI.