Um vídeo gravado por pescadores na parte inferior de um dos pilares da Ponte Ayrton Senna, em Guaíra (PR), ganhou repercussão nas redes sociais nos últimos dias e gerou preocupação entre moradores e usuários da rodovia. As imagens foram compartilhadas como se mostrassem uma possível trinca ou rachadura na estrutura. No entanto, a Via Campo, Concessionária responsável pelo trecho, esclareceu que não há problema estrutural no local.
O conteúdo alcançou milhares de visualizações e levantou questionamentos sobre as condições da ponte. Após a repercussão das imagens, a Via Campo explicou que o elemento registrado no vídeo não corresponde a uma rachadura no pilar.
Segundo a Concessionária, o que aparece nas imagens é uma camisa metálica utilizada durante o processo de construção da Ponte Ayrton Senna, na década de 1990. A estrutura serviu como forma para o confinamento do concreto durante a execução dos pilares e, conforme a Via Campo, a sua condição atual não representa risco estrutural para a ponte.
A Ponte Ayrton Senna faz a ligação entre Guaíra, no Oeste do Paraná, e Mundo Novo, no Mato Grosso do Sul, sendo um importante corredor logístico para o transporte de cargas e para o deslocamento entre os dois estados. A estrutura também integra uma importante rota de ligação com o Paraguai.
Atualmente, a ponte passa por obras de recuperação. Entre os serviços realizados estão melhorias no pavimento asfáltico e intervenções nas juntas de dilatação. De acordo com a Via Campo, porém, essas obras não possuem relação com qualquer problema estrutural semelhante ao sugerido nas publicações que circularam pelas redes sociais.
A Concessionária acrescentou que todas as Obras de Arte Especiais (OAEs) existentes no trecho sob a sua responsabilidade foram inspecionadas por equipes técnicas especializadas. Conforme a empresa, as avaliações não identificaram qualquer situação que comprometa a segurança da Ponte Ayrton Senna ou das pessoas que trafegam pelo local.
Dessa forma, apesar da repercussão provocada pelo vídeo, a Via Campo reforça que a estrutura registrada pelos pescadores faz parte do processo construtivo da ponte e que não há, segundo as inspeções realizadas, risco estrutural no local.
Com informações do Ponto da Notícia.
Confira a nota da Via Campo sobre o caso
A Via Campo esclarece que a estrutura mencionada corresponde às camisas metálicas utilizadas durante o processo construtivo da ponte. Esses elementos atuam como forma para o confinamento do concreto e não representam qualquer risco estrutural.
A Concessionária ressalta que todas as Obras de Arte Especiais (OAEs) do trecho sob a sua responsabilidade foram inspecionadas por equipe técnica especializada e reforça que não há qualquer risco estrutural que comprometa a segurança da ponte ou de quem trafega pelo local.