O alcoolismo feminino vem ganhando destaque nos últimos anos, especialmente nos ambientes universitários, onde jovens têm sido cada vez mais influenciadas a adotar padrões de consumo de álcool que antes eram predominantemente associados ao público masculino e esta é uma das grandes preocupações dos Alcóolicos Anônimos de Toledo (AA).
Em conversa com a equipe de reportagem do site Toledo News com uma participante do AA, relatou a percepção de que o alcoolismo feminino está em franca expansão e que isso tem gerado preocupação. "Você pode notar nessas festas de faculdade quantas meninas, moças jovens, já começam a beber cedo, a beber bebida forte e com um volume muito grande. ?? um fenômeno que não acontecia há alguns anos", observa a integrante, que ressalta a transformação no comportamento das jovens em eventos acadêmicos.
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SicrediUma questão intrigante emerge quando se tenta compreender as raízes desse fenômeno. A entrevistada destacou a correlação entre a conquista de direitos femininos e o aumento do alcoolismo entre as mulheres. "E o alcoolismo feminino, ele vem crescendo na mesma proporção em que nós estamos conseguindo conquistar alguns direitos, né? Como os dos homens, por exemplo, nos colocarmos nos ambientes universitários, nos colocarmos no mercado de trabalho mais ativamente. E isso veio trazendo um crescimento para a mulher também no sentido da bebida, né? De que por que é feio para a mulher beber e para o homem não?".
A mudança nos padrões de consumo não é apenas uma evolução social, mas também um desafio de saúde pública. A entrevistada destacou que as mulheres alcoólicas agora estão mais visíveis, abandonando o estigma de décadas passadas. "A mulher alcoólica de anos atrás, era aquela que bebia escondida dentro de casa, com a bebida dentro da pia, dentro da máquina de lavar, ali escondida nos produtos de limpeza, e hoje em dia elas estão nas ruas, nos bares".
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Diferenças fisiológicas entre homens e mulheres desempenham um papel crucial na rápida progressão do alcoolismo feminino. "A progressão, ela é mais rápida para a mulher por conta da composição corporal. Nós temos menos água no corpo do que os homens, tem também uma questão hormonal. Então, para a mulher, o dano, ele é mais rápido e maior. Assim como a progressão da doença também".
Dados de um estudo realizado entre 2010 e 2021 revelam um aumento alarmante no alcoolismo feminino, com um crescimento de 07,50% nas taxas de mortalidade entre mulheres devido ao alcoolismo. Vale ressaltar que essas estatísticas muitas vezes subestimam a verdadeira causa da morte, já que algumas são atribuídas a outras condições no atestado de óbito.
O desafio agora é conscientizar a população sobre os perigos do abuso de álcool, especialmente entre as mulheres jovens. "Não lutamos contra o álcool, né? Mas quanto mais cedo essa mulher, essa jovem, ela se expõe ao uso e muitas vezes ao abuso, que é o que nós vemos hoje, mais cedo ela pode desenvolver a doença do alcoolismo", afirmou.
Para enfrentar essa crescente preocupação, Toledo conta atualmente com quatro grupos de Alcoólicos Anônimos, que oferecem suporte e acolhimento. As reuniões ocorrem de segunda a sexta-feira e também aos domingos, todas com a participação feminina. A mensagem é clara: se você ou alguém que você conhece está enfrentando problemas relacionados ao alcoolismo, há apoio disponível, e as portas estão abertas para ajudar na jornada da recuperação.
As reuniões do Alcoólicos Anônimos são realizadas em quatro locais diferentes em Toledo, ao longo da semana. O Grupo Novo Caminho se reúne às segundas-feiras, às 20h00, na Rua Nayoro, Nº 56, no Jardim Coopagro. O Grupo ACESE realiza suas reuniões às terças e sextas-feiras, às 20h00, e aos domingos, às 19h00, na Rua Madrid, Nº 75, no Centro. Já o Grupo Panorama se une todas as quartas-feiras, às 19h30, na Rua Ministro Petrônio Portela, Nº 90, no Jardim Panorama. Por fim, o Grupo Jardim se reúne às quintas-feiras, às 20h00, na Avenida José João Muraro, Nº 1.860, no Jardim Porto Alegre.