O presidente norte-americano, Joe Biden, considerou que a decisão do Supremo Tribunal sobre Donald Trump abre "precedente perigoso" ao determinar que qualquer chefe de Estado pode sentir-se livre para ignorar a lei sem enfrentar consequências.
nn"Agora, o povo americano deve fazer o que o Supremo Tribunal deveria ter feito. O povo americano deve fazer um julgamento sobre o comportamento de Donald Trump", disse Joe Biden, em declarações na Casa Branca, numa tentativa de mobilizar os eleitores para as eleições de novembro.
Rentabilizze Investimentos: crédito de R$500 mil para seu imóvel
Conquiste seu imóvel investindo só R$1.397 por mês até a contemplação....
Rentabilizze Investimentos
FAG Toledo está com vestibular agendado para quatro cursos
Pedagogia, Engenharia de Software, Direito e Publicidade e Propaganda!...
FAG Toledo
Star Proteção Veicular: cobertura completa a partir de R$ 97,50
Cobertura completa para colisão, roubo e assistência 24h em todo o Bra...
Star Proteção Veicular
Graduação em Biomedicina, Pedagogia, Agronomia e Podologia
Apenas uma aula presencial por semana na Unopar Anhanguera de Toledo
Unopar Anhanguera
Ouça a Rádio Massa FM Toledo
Sintonize agora online e participe dos sorteios!
Massa FM Toledo
Humana Saúde Sul: Plano com carência zero este mês
Cuidado integral com consultas e exames simples sem carência. Aproveit...
Humana Saúde SulNessa segunda-feira, o Supremo Tribunal dos Estados Unidos concedeu imunidade parcial ao ex-presidente no caso do ataque ao Capitólio, determinando que os atos "oficiais" como chefe de Estado estão protegidos, mas não os "não oficiais".
nnPor seis votos contra três, os dos seis juízes conservadores contra os três progressistas, o Tribunal considerou que "o presidente não goza de qualquer imunidade pelos atos não oficiais", mas "tem direito a pelo menos uma presunção de imunidade pelos atos oficiais".
nnEm campanha para regressar à Casa Branca, Donald Trump elogiou a decisão, que qualificou de "grande vitória" para a democracia.
nnA decisão do Supremo vai provavelmente atrasar o julgamento de Trump em Washington por acusações de subversão eleitoral federal. A medida se opõe à decisão de um tribunal de recurso, que concluiu em fevereiro que Trump não tinha imunidade por supostos crimes que cometeu enquanto ainda era presidente para reverter os resultados das eleições presidenciais de 2020.
n