Com a desaceleração dos preços do café nos supermercados, o consumo da bebida voltou a crescer no Brasil. Nos primeiros quatro meses deste ano foi registrada uma alta de 2,44% no consumo de café na comparação com o mesmo período do ano passado, alcançando 4,9 milhões de sacas de 60 quilos.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), a recuperação no consumo teve início principalmente em março, quando o crescimento chegou a 10,25% em relação a março de 2025. Em abril, o consumo continuou em alta, mas em um ritmo um pouco menor, em torno de 3,66%.
Cobertura completa contra colisão, roubo e furto de veículos
A partir de R$ 97,50 por mês! Conheça a Star Proteção Veicular
Top Jeans: moda inverno a partir de R$ 29,99
Aproveite jeans do 34 ao 54 a partir de R$ 69,99. Parcelamento em até 3x sem jur...
Odonto San: Lentes de contato dental e facetas de resina em 12x
Aproveite condições facilitadas e garanta seu tratamento estético
Super Dicas Toledo: promoções reais direto no WhatsApp
Entre nos grupos e receba descontos exclusivos do comércio local sem perder temp...
Mais
“O ano de 2025 foi bastante resiliente com a cafeicultura em geral e culminou com queda no consumo. Começamos o ano de 2026 ainda não recuperando totalmente, mas em março começamos a mostrar um crescimento maior”, explicou o diretor executivo da Abic, Celírio Inácio.
No ano passado, devido à alta nos preços, o consumo de café caiu 2,31% entre novembro de 2024 e outubro de 2025 na comparação com o período anterior.
Depois de um pico de preços entre o final de 2024 e o início de 2025, o ano de 2026 começou com uma maior oferta da matéria-prima, o que fez os preços do produto baixarem.
No caso do café tradicional, a queda foi de 15,51% em abril deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado, com o quilo custando em torno de R$ 55,34.
Festival Serallê Calçados: botas e coturnos a partir de R$169
Modelos selecionados em até 10x sem juros. Preços especiais para seu e...
Serallê Calçados
Cestas sofisticadas para o Mês das Mães na Adega do Lago
Monte sua cesta personalizada ou escolha opções prontas. Surpreenda ne...
Adega do Lago
Conheça o Residencial Carmel da Prati Empreendimentos
Home Club com lazer completo e localização valorizada, próximo ao Lago...
Prati Empreendimentos
Casa Cor Tintas: conforto e qualidade para seu ambiente
Valorize seu espaço com preparação e produtos certos. Fale com um aten...
Casa Cor Tintas
Seletiva gratuita para novos modelos a partir de 13 anos
Participe da seleção da Agência Mirelly Fashion de Toledo
Agência Mirelly Fashion
Bless Clínica Veterinária: vacinação contra gripe para pets
Proteja seu pet da gripe com vacinas seguras e atendimento 24h especia...
Bless Clínica Veterinária>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp
Das oito categorias que são monitoradas pela Abic, apenas três registraram alta nos preços ao consumidor:
• Cafés especiais (16,9%),
• Descafeinados (21%),
• Café solúvel (0,55%).
Para este ano, o setor espera uma safra recorde de café no Brasil, disse o presidente da Abic, Pavel Cardoso. Se a previsão for confirmada, poderá haver uma nova queda nos preços para o consumidor.
“Em 2026 nós teremos uma safra maior do que a de 2025, com potenciais chances de ser maior do que em 2020, quando tivemos uma safra recorde. Havendo uma manutenção nessa expectativa de safra, a gente tende a ter um comportamento mais regular dessas plantações e, com isso, a indústria naturalmente deve transferir isso [essa queda nos preços] para o varejo”, explicou a jornalistas.
Com essa possibilidade de uma boa safra e queda nos preços, Cardoso acredita que a consequência deverá ser um novo aumento no consumo do produto.
“Sendo regular esse comportamento e reduzindo-se a volatilidade, o entendimento é que a gente terá um comportamento de maior recuperação desse consumo ao longo do ano”.
Safra
Na manhã desta quinta-feira (21), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou que a produção de café deverá crescer 18% na safra deste ano frente ao volume colhido na temporada passada, alcançando 66,7 milhões de sacas.
Se isso se confirmar, esta será a maior produção já registrada na série histórica da Conab, superando em 5,74% a colheita registrada em 2020.