Nesta quarta-feira, 27 de setembro, é celebrado em todo o Brasil, o Dia Nacional da Doação de ??rgãos, uma data que nos convida a refletir sobre o ato de generosidade que pode mudar vidas de maneira significativa. A doação de órgãos é um gesto de amor e solidariedade que oferece uma segunda chance de vida a pessoas que enfrentam doenças graves e debilitantes.
O Doutor Fernando Roman, médico intensivista da Associação Beneficente de Saúde do Oeste do Paraná (HOESP) - Hospital Bom Jesus, enfatiza a importância da doação de órgãos, explicando que um único doador pode salvar de seis a sete vidas, além de ajudar com tecidos e córneas. Esse ato de generosidade é possível após a conclusão do protocolo de morte encefálica, um processo rigoroso e bem definido que garante a segurança e a legalidade da doação.
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SicoobSegundo o neurologista Wilson Gomes, que atua na área de diagnóstico de morte encefálica, o protocolo inclui a avaliação dos cinco reflexos fundamentais, um exame conduzido por dois médicos, o teste da apnéia e, por fim, o teste confirmatório de morte encefálica. Somente após a confirmação de que o cérebro não apresenta mais nenhuma atividade, o paciente é declarado em óbito, e a família é então consultada sobre a possibilidade de doação de órgãos.
No estado do Paraná, mais de 3,6 mil pessoas aguardam na fila por um órgão que pode salvar suas vidas. O Hospital Bom Jesus (HOESP) tem se destacado com uma taxa de aceitação de doação de cerca de 95,00%. O processo inicia-se com o acolhimento da Comissão Intra-Hospitalar para Doação de ??rgãos e Tecidos (CIHDOTT), que trabalha em conformidade com a legislação vigente. Os órgãos são cadastrados na Central de Transplante do Paraná, onde são disponibilizados para pacientes que aguardam na fila e que têm compatibilidade.
O coordenador da CIHDOTT, Itamar Weiwanko, ressalta a importância da decisão da família no processo de doação. "?? a família que decide sobre a doação de órgãos, e se a família concorda, todo o processo é iniciado, respeitando a legislação. A família tem nas mãos a oportunidade de salvar a vida de outra pessoa que está desesperadamente à espera".
Em termos nacionais, o Paraná lidera o ranking de doações efetivas de órgãos para transplantes em 2023, com 243 doadores registrados de janeiro a junho, resultando em uma taxa de 42,50 doadores por milhão de população (pmp). Isso coloca o estado à frente de Santa Catarina, Rondônia e Ceará, com taxas de doação significativamente menores.
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Uma das vantagens que contribuem para o sucesso do Paraná nesse campo é a capacidade de transporte rápido e eficiente de órgãos. Com quatro aeronaves à disposição, incluindo três aviões e um helicóptero, o estado tem a flexibilidade necessária para realizar missões de transporte de órgãos a longas distâncias. Dados da Casa Militar revelam que, de setembro de 2022 a setembro de 2023, foram realizadas 118 missões, totalizando 311 horas e 20 minutos de voo. Em 2023, até setembro, as quatro aeronaves já realizaram 93 missões, totalizando 256 horas e 20 minutos de voo e transportando 146 órgãos.
A importância de uma resposta rápida e eficiente em todo o processo de doação de órgãos é crucial, pois cada órgão tem um tempo máximo até deixar de ser viável para transplante. O coração, por exemplo, perde sua viabilidade em apenas quatro horas, enquanto o pulmão precisa ser transplantado entre quatro e seis horas. Essa janela de tempo, conhecida como "tempo de isquemia do órgão", destaca a urgência em agilizar o processo de doação para aumentar as chances de sucesso em transplantes.
Neste Dia Nacional da Doação de ??rgãos, é importante reconhecer o ato altruísta de doadores e suas famílias, bem como os esforços incansáveis de profissionais de saúde e equipes de transporte que tornam possível essa nobre missão de salvar vidas. A doação de órgãos é um presente que continua a dar esperança e uma segunda chance a muitas pessoas em todo o Brasil.
Com informações da Agência Estadual de Notícias (AEN) e da HOESP.