O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quarta-feira (11) a favor da responsabilização civil das redes sociais pelos conteúdos ilegais postados por usuários.
nnCom a manifestação do ministro, a Corte tem placar de 2 votos a 0 para obrigar as plataformas a retirar imediatamente conteúdos ilegais, como mensagens com ataques à democracia, incitação à violência e racismo, entre outras.
Biopark Educação: Garanta a transferência para 2026
Matrículas abertas até 03/08, aprendizado personalizado.
Ótica Globo: Conforto visual com lentes para Síndrome de Irlen
Diagnóstico especializado e alívio imediato do desconforto causado pela luz.
Muffatão Auto Center: pneus Goodyear e Kelly com 7% de desconto
Troque seus pneus com 7% OFF no PIX. Preços a partir de R$ 316,11. Consulte cond...
Nio Fibra: 1 Giga de internet com 50% de desconto em Toledo
Oferta exclusiva: 1 Giga, Wi-Fi 6 e Globoplay por 12 meses por apenas R$ 80. Apr...
Mais
Na semana passada, o ministro Dias Toffoli, relator de outro processo sobre a questão, também foi favorável à responsabilização das plataformas.
nnO Supremo julga a constitucionalidade do Artigo 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014), norma que estabeleceu os direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.
nnDe acordo com o Artigo 19, "com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura", as plataformas só podem ser responsabilizadas pelas postagens de seus usuários se, após ordem judicial, não tomarem providências para retirar o conteúdo.
nnDurante sua manifestação, Fux disse que as redes sociais não podem ser excluídas do dever de preservar os direitos constitucionais à vida privada, à honra e a imagem dos cidadãos. Dessa forma, a responsabilização não pode ocorrer somente após descumprimento de decisão judicial, segundo o ministro.
Nissan Ninja Toledo: Nissan Kicks e Kait com taxa zero
Compre Nissan Kicks ou Kait com preço promocional e pague em até 36x s...
Nissan Ninja Toledo
Precisa de visibilidade na sua campanha eleitoral?
A Placa Mídia te ajuda! Comunicação visual com qualidade e agilidade
Placa Mídia
Transportadora Nova Santa Rosa amplia frota e abre vagas
Setor em expansão: envie seu currículo e faça parte de uma empresa líd...
Transportadora Nova Santa Rosa
Serallê Calçados: presentear no mês dos Namorados ficou fácil
Tênis e sapatos a R$ 99 ou 10x de R$ 9,90. As melhores marcas para que...
Serallê Calçados
Prati-Donaduzzi oferece vagas para diferentes perfis
Cresça em um ambiente inovador e estável. Confira e inscreva-se nas op...
Prati-Donaduzzi
Técnico em Inteligência Artificial e Técnico em Transações Imobiliárias
Garanta sua vaga até 13/07 no Senac de Toledo!
Senac Toledo"?? razoável uma pessoa lucrar com a imagem alheia, com a honra alheia, com a privacidade alheia, por meio de um instrumento que fatura com a desgraça alheia? ?? isso que a Constituição garante quando ela diz que um dos fundamentos da Republica é a dignidade da pessoa humana?", questionou Fux.
nnFux também entendeu que a retirada de conteúdos ilegais deve ser feita imediatamente pelas redes sociais após as empresas serem notificadas extrajudicialmente pelas pessoas atingidas pelas postagens ilegais. Além disso, o ministro entende que as redes devem realizar o monitoramento ativo das postagens. "Eu defendo a remoção imediata no prazo razoável. Notificou, tira. Quer colocar de novo, judicializa", completou.
nnApós o voto de Fux, o julgamento foi suspenso por um pedido de vista feito pelo presidente do STF, Luís Roberto Barroso, e será retomado quarta-feira (18).
nnNas primeiras sessões do julgamento, representantes das redes sociais defenderam a manutenção da responsabilidade somente após o descumprimento de decisão judicial, como ocorre atualmente. As redes socais sustentaram que já realizam a retirada de conteúdos ilegais de forma extrajudicial e que o eventual monitoramento prévio configuraria censura.
nnEntenda
nnO plenário do STF julga dois processos que discutem a constitucionalidade do Artigo 19 do Marco Civil da Internet.
nnNa ação relatada pelo ministro Dias Toffoli, o tribunal julga a validade da regra que exige ordem judicial prévia para responsabilização dos provedores por atos ilícitos. O caso trata de um recurso do Facebook para derrubar decisão judicial que condenou a plataforma por danos morais pela criação de perfil falso de um usuário.
nnNo processo relatado pelo ministro Luiz Fux, o STF discute se uma empresa que hospeda um site na internet deve fiscalizar conteúdos ofensivos e retirá-los do ar sem intervenção judicial. O recurso foi protocolado pelo Google.
nn n nn n n n n n n n n n n n n