De acordo com a prévia do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para 2022, Toledo conta com uma população de aproximadamente 156 mil habitantes. Isso vai de acordo com as projeções de crescimento do município, que deve continuar nos próximos anos.
Além disso, o IBGE divulgou também as estimativas para o restante do território, incluindo os estados e a população geral do país, que segundo o levantamento até o momento, já ultrapassa a marca de 207,8 milhões de habitantes.
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A análise demográfica foi feita com base em dados de fontes oficiais, como o Registro Civil e o Censo Demográfico, e encaminhada para o Tribunal de Contas da União (TCU). No entanto, cabe destacar que essa é apenas uma prévia que deve ainda ser finalizada. Os resultados oficiais devem ser anunciados em 2023 após processamento e tabulação, de modo que é possível que muitas das estimativas sofram alterações.
Paraná
O Paraná é o estado mais populoso da região Sul do Brasil, com 11.835.379 habitantes, a liderança em termos de população segue incontestada, com a capital Curitiba em 1º, Londrina em 2º e Maringá em 3º.
O restante da classificação também se manteve idêntica à prévia do ano passado.
Confira:
1. Curitiba: 1.871.789 habitantes
2. Londrina: 588.125 habitantes
3. Maringá: 454.146 habitantes
4. Ponta Grossa: 391.654 habitantes
5. Cascavel: 350.644 habitantes
6. São José dos Pinhais: 327.746 habitantes
7. Foz do Iguaçu: 286.323 habitantes
8. Colombo: 238.780 habitantes
9. Guarapuava: 190.342 habitantes
10. Paranaguá: 157.043 habitantes
Já os municípios menos populosos incluem:
1. Jardim Olinda: 1.280 habitantes
2. Santa Inês: 1.744 habitantes
3. Esperança Nova: 1.845 habitantes
Censo para o Oeste do Paraná
Em Toledo (156.123) o aumento da população tem sido alimentado por diversos fatores, como o crescimento econômico, ampliação da urbanização e o acesso a serviços públicos e de saúde. A previsão do IBGE é de que a cidade continue se desenvolvendo nos próximos anos e, consequentemente, atraindo novos habitantes.
Para as outras cidades vizinhas na região Oeste do Paraná, as projeções de crescimento também foram concretizadas.
Veja abaixo:
Cascavel: 350.644 habitantes (era 336.073)
Foz do Iguaçu: 286.323 habitantes (era 257.971)
Marechal Cândido Rondon: 56.530 habitantes (era 54.031)
Assis Chateaubriand: 36.400 habitantes (era 33.306)
Palotina: 35.063 habitantes (era 32.389)
Regiões
Já no que se refere ao Censo para as regiões, o Sudeste segue sendo a mais populosa, com 87,3 milhões de habitantes (número grandemente influenciado por estados como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro); seguido do Nordeste, com 55,3 milhões; e do Sul, com 30,6 milhões de habitantes.
Confira melhor abaixo:
1. Sudeste: 87.348.223 habitantes
2. Nordeste: 55.389.382 habitantes
3. Sul: 30.685.598 habitantes
4. Norte: 17.834.762 habitantes
5. Centro-Oeste: 16.492.326
Estados
No que tange aos estados brasileiros, São Paulo continua tendo a maior população (46.024.937), seguido de Minas Gerais (20.732.660) e Rio de Janeiro (16.615.526). Em contrapartida, o Amapá (774.268), Acre (829.780) e Roraima (634.805) são os menos populosos.
Municípios
Para a categoria dos municípios, como em anos anteriores, São Paulo-SP continua sendo a cidade mais populosa, com uma população equivalente a 12.200.180 até o momento. Em segundo lugar, vem o Rio de Janeiro-RJ, com 6.625.849 de habitantes; e em terceiro, Brasília-DF, com 2.923.369.
O que são as estimativas?
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publica estimativas populacionais anualmente.
Essas estimativas então são utilizadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para distribuir o Fundo de Participação de Estados e Municípios. Além disso, conforme o artigo 102 da Lei 8.443/1992 e a Lei Complementar 143/2013, elas também são usadas para identificar uma série de indicadores sociais, econômicos e demográficos.
Para fazer as medições, são aplicados procedimentos matemáticos que distribuem a população entre os estados com base em métodos demográficos que envolvem a projeção da população estadual, bem como a tendência de crescimento dos municípios (com base nos resultados de Censos Demográficos anteriores).