O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (22) manter a prisão do general Braga Netto, preso no âmbito das investigações do inquérito da tentativa de golpe de Estado.
O general da reserva e vice na chapa de Bolsonaro nas eleições de 2022 está preso desde dezembro do ano passado sob a acusação de obstruir a investigação sobre a tentativa de golpe de Estado no país para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele é um dos réus do núcleo 1 da trama golpista, grupo que também inclui o ex-presidente e o general Augusto Heleno.
Expo Rondon 2026 ocorre de 22 a 26 de julho em Marechal C.Rondon
Clique e confira a programação completa
Expo Rondon
Bompel Indústria de Calçados: liderança em exportação
Participe de uma equipe referência internacional em inovação e qualida...
Bompel Indústria de Calçados
Humana Saúde Sul inaugura hospital referência em Toledo
Pronto-Socorro 24h adulto e infantil. Atendimento com excelência e aco...
Humana Saúde Sul
Serallê Calçados: Festival 96 Horas com descontos imperdíveis
Tênis infantis de R$100 por R$59,90. Milhares de pares em promoção até...
Serallê Calçados
Belenzier traz nova linha DS para manutenção automotiva
Encontre sensores, cabos ABS e mais. Garanta qualidade para seu veícul...
Belenzier
Adega do Lago: Leve 3 vinhos Latitud 33 e pague só 2
Só até 30/06/2026: 3 garrafas por R$119,80. Aproveite o preço especial...
Adega do LagoA decisão do ministro foi tomada após parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) pela manutenção da prisão.
Segundo Moraes, a soltura de Braga Netto pode atrapalhar o andamento da ação penal sobre a tentativa de golpe.
O ministro citou o depoimento prestado ontem (21) ao Supremo pelo ex-comandante da Aeronáutica Baptista Júnior, que relatou ameaças contra seus familiares. "A testemunha de acusação afirmou em seu depoimento que o réu Walter Souza Braga Netto foi responsável por orientar militares golpistas a pressionar a testemunha e a sua família, uma vez que o tenente-brigadeiro Baptista Júnior foi contrário ao plano golpista da organização criminosa. Salientou, ainda, que encerrou suas contas em redes sociais, considerando a intensa pressão exercida pelos militares golpistas, orientados por Walter Souza Braga Netto", justificou o ministro.
Durante as investigações, a Polícia Federal identificou que o general, indiciado por ser um dos principais articuladores do plano golpista, tentou obter dados sigilosos da delação de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.
Após a prisão, a defesa negou que Braga Netto tenha obstruído as investigações.