As obras de duplicação da Rodovia BR-163 entre Toledo e Marechal Cândido Rondon foram retomadas após sofrerem várias paralisações devido à falta de verba. Iniciadas em 2014, as obras tinham previsão de conclusão para 2017, mas agora, espera-se que sejam concluídas até o final de 2023. Até o momento, foram investidos cerca de R$ 350 milhões no trecho. O novo plano de ação envolvendo as obras deve chegar a R$ 2,7 bilhões, distribuídos entre novas ordens de serviço, a retomada dos esforços e licitações.
Entre Toledo e Marechal Cândido Rondon, já foram entregues 34,440 km de pista dupla, além de marginais, interseções com OAE e passarelas. No trecho próximo à entrada de Marechal Cândido Rondon, já é possível ver trabalhadores da construtora retomando os serviços para construir um viaduto que permitirá o acesso ao município a partir da BR-163.
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Dra. Luciana Menezes De AzevedoAlém disso, a rodovia BR-163, entre Cascavel e Marmelândia-PR, e a rodovia BR-277 também estão no plano de obras elaborado pelo Ministério dos Transportes. Essas obras fazem parte das 39 ações prioritárias para garantir o escoamento da safra agrícola deste ano aos maiores portos do Brasil. O DNIT já havia discutido possíveis linhas de ação a serem tomadas, indicando que poderiam ser necessários levantamentos de campo, atualização de projeto e de orçamento dos segmentos remanescentes e a subsequente contratação de novas empresas e retomada das obras.
O consórcio inicialmente contratado havia realizado 84,00% do cronograma financeiro da obra. Assim, o cenário atual corresponde ao remanescente da ordem de 16,00% do originalmente contratado. Com os agulhamentos previstos, a intenção é concluir nove novos segmentos, perfazendo a extensão total de 23,020 quilômetros de novas pistas duplicadas. Até outubro, novembro e dezembro de 2022, foram concluídos os trechos 01, 02 e 03, totalizando 12,540 quilômetros de novas pistas liberadas ao tráfego. A ponte sobre o Rio Iguaçu aguarda liberação, que deve ser concedida assim que concluídos os serviços de recomposição do greide originalmente projetado, no encontro da ponte com o aterro. O DNIT também já havia informado que estão previstos no projeto de duplicação dois retornos na divisa entre Lindoeste e Santa Lúcia.