Uma cerimônia realizada na manhã desta terça-feira (31), no Palácio Iguaçu, em Curitiba, celebrou o primeiro ano do Paraná como área livre de febre aftosa sem vacinação.
Lideranças do setor produtivo da agropecuária paranaense participaram do evento, que marcou um ano da certificação concedida pela Organização Internacional de Saúde Animal (OIE), em 27 de maio de 2021. A Associação Paranaense de Suinocultores foi representada pelo seu presidente Jacir Dariva, o vice-presidente Gilberto Rossi, e o diretor da entidade, Elói Fávero.
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???Mais do que um grande produtor de alimentos, queremos ser o supermercado do mundo para industrializar tudo o que produzimos. Fazer com que a matéria-prima passe pela indústria e chegue ao exterior embalada e congelada???, disse o governador Ratinho Junior, lembrando que o Paraná perseguia a conquista da certificação desde a década de 1950. ????? a maior conquista do agronegócio paranaense nos últimos 100 anos???, afirmou.
APS teve papel importante na conquista
O presidente da APS, Jacir Dariva, lembrou que a entidade teve papel importante no processo de obtenção do certificado, haja vista que defendeu o fim da vacinação contra febre aftosa e esteve presente em todas as discussões em torno do assunto, entendendo que a certificação elevaria o status sanitário do plantel de animais criados para fins comerciais e consequentemente o acesso a mercados mais exigentes para a exportação da carne suína do Paraná.
De acordo com o dirigente da entidade representativa dos suinocultores do Estado, um exemplo resultante da conquista é o investimento da Agroceres PIC em Paranavaí para implantar seu novo Núcleo Genético voltado à suinocultura, que só ocorreu em razão da elevação do status sanitário do Paraná.
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Alfa Agência LocalA planta do empreendimento já está em fase de construção e terá a primeira unidade em funcionamento ainda em julho, somando 3.600 fêmeas de alto padrão genético.
Outro exemplo é a Agro Laranjeiras, que está sendo implantada em Laranjeiras do Sul, com capacidade para produzir 20 mil leitões por semana, projeção de geração de mil empregos, num investimento que soma R$ 377 milhões.
Para o presidente da APS, ???são dois novos empreendimentos com investimentos de grande monta, que vão gerar empregos e riquezas em dois novos polos da suinocultura do Paraná, nas regiões de Paranavaí e Laranjeiras do Sul???.
Potencial do Paraná
Maior produtor nacional
O Paraná é o maior produtor de proteína animal do País, com a produção de 6,213 milhões de toneladas de carnes bovina, suína e de frango no ano passado.
Mais de 2 milhões de toneladas de produtos de origem animal foram exportadas pelo Paraná em 2021, incluindo lácteos e pescados, o que somou US$ 3,4 bilhões (R$ 16,2 bilhões na cotação atual) na balança comercial, de acordo com as estatísticas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
???Essa conquista, que atende todo o agronegócio do Paraná, abre um mercado gigantesco, de bilhões de dólares, que reflete na geração de emprego e na atração de investimentos de agroindústrias que querem se instalar no Paraná???, comentou em seu pronunciamento o governador Ratinho Junior.
Por sua vez, o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, afirmou que com a quantidade de produção, qualidade e sanidade reconhecidas, o Estado busca agora exercitar a habilidade comercial para fincar a bandeira paranaense no mercado mundial.
???O nosso desafio era mostrar uma cara limpa para o mundo, mostrar que o ambiente de produção está resolvido para peste suína clássica e para aftosa. Isso é um baita passaporte para o mundo???, ressaltou Ortigara.