O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, anunciou que se vai reunir com o presidente norte-americano, Donald Trump, no dia 3 de fevereiro nos Estados Unidos (EUA), num sinal de melhoria das relações entre os dois países.
"Será em 3 de fevereiro. Veremos os resultados desse encontro, que é crucial", disse nessa quarta-feira (14) o dirigente de esquerda, durante reunião do Executivo colombiano, transmitida pela televisão pública.
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Sicredi"O Conselho de Ministros tem um tema [narcotráfico], que foi o que intensificou o debate entre os EUA e a Colômbia ??? entre os governos, entre os presidentes ??? e que resultou num possível encontro", declarou Petro.
O presidente reiterou que apresentará a Trump os dados de sua administração sobre o tráfico de droga para que "ele compreenda realmente o que aconteceu nessa luta".
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"A minha intenção é que os colombianos, em geral, de todas as partes do país, não sofram e permaneçam em paz", acrescentou.
O ministro da Defesa da Colômbia, Pedro Sánchez Suárez, reuniu-se, nessa quarta-feira em Washington, com dirigentes do governo norte-americano para discutir o combate conjunto ao tráfico de droga.
"Tivemos um diálogo muito aberto, como sempre. O que estamos fazendo na Colômbia é combater um inimigo comum que temos com os Estados Unidos: o narcotráfico. O desafio é aumentar a eficiência na erradicação desse veneno", declarou Sánchez em entrevista, ao lado do embaixador colombiano nos EUA, Daniel García Peña.
Ele destacou os esforços de Bogotá para erradicar o tráfico de droga, citando a apreensão de mais de 2.840 toneladas de cocaína.
Na semana passada, Gustavo Petro informou que tinha falado com Donald Trump em 8 de janeiro e confirmou que ambos acordaram um encontro na Casa Branca, a sede da Presidência dos EUA.
"Foi uma grande honra falar com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que ligou para explicar a situação das drogas e outras divergências que tivemos. Agradeci a sua chamada e o seu tom, e aguardo com expectativa encontrá-lo num futuro próximo", afirmou Trump na rede social que detém, a Truth Social.
O chefe de Estado norte-americano adiantou que "estão sendo feitos os preparativos entre o secretário de Estado, Marco Rubio, e o ministro dos Negócios Estrangeiros da Colômbia" para a reunião.
Petro tinha criticado duramente a ação militar da administração Trump na região e acusou os Estados Unidos de terem raptado o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, "sem fundamento legal".
Trump qualificou Petro no domingo como um "homem doente", que "gosta de consumir cocaína".
Em entrevista ao jornal espanhol El Pais, publicada em 10 de janeiro, o presidente colombiano alegou que os EUA tinham uma operação militar planejada no país.
Gustavo Petro afirmou que temeu ser alvo de operação dos EUA, como a ocorrida na Venezuela, onde quando forças norte-americanas capturaram Nicolás Maduro e a mulher dele, Cilia Flores.
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