O Presidente russo, Vladimir Putin, pediu hoje (25) aos militares ucranianos para "tomarem o poder" em Kiev, derrubando o presidente Volodymyr Zelensky e sua equipe, que descreveu como "neo-nazistas" e "viciados em drogas".
nn"Tomem o poder. Parece-me que será mais fácil negociar entre mim e vocês", disse Putin ao exército ucraniano numa transmissão pela televisão russa, afirmando não combater unidades do exército, mas formações nacionalistas que se comportam "como terroristas" usando civis "como escudos humanos".
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Putin também classificou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e os seus ministros como "uma panelinha de viciados em drogas e neonazis, que se estabeleceram em Kiev e fizeram refém todo o povo ucraniano".
nnApesar de Zelensky ter origem judaica, a Rússia classifica as autoridades ucranianas como "neo-nazis" desde 2014, quando começou a guerra no Leste da Ucrânia, entre separatistas pró-Rússia e forças de Kiev.
nnAs acusações de "viciado em drogas" referem-se a declarações feitas pelos detratores de Zelensky durante as eleições presidenciais de 2019, que o presidente ganhou com vantagem larga.
nnA Rússia acusa a Ucrânia de ter integrado nas suas forças armadas unidades próximas da extrema-direita e apontou a "desnazificação" da Ucrânia como um dos objetivos da sua invasão.
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RJK MOBIPutin acusou hoje essas unidades de agir "como terroristas".
nnA Ucrânia também comparou as ações da Rússia com as da Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial.
nnO apelo de Putin ao exército ucraniano foi feito horas depois de Zelensky ter convocado o presidente russo para se sentar à mesa de negociações, opção que o Kremlin não descartou de imediato, mas deixou sem resposta clara.
nnOntem, no primeiro dia da invasão russa, Zelensky denunciou que o objetivo do ataque é tirá-lo do poder.
nn"Segundo as nossas informações, eu sou o alvo número um do inimigo. A minha família é o segundo [alvo]. Eles [o russos] querem destruir a Ucrânia politicamente destruindo o chefe de Estado", afirmou.
nnA Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades, que já provocaram pelo menos mais de 120 mortos, incluindo civis, e centenas de feridos, em território ucraniano, segundo Kiev.
nnA ONU deu conta de 100 mil deslocamentos de civis no primeiro dia de combates.
nnO ataque foi condenado pela comunidade internacional e motivou reuniões de emergência de vários governos, incluindo o português, e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), União Europeia (UE) e Conselho de Segurança da ONU, tendo sido aprovadas sanções em massa contra a Rússia.
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