Em meio às águas do reservatório de Itaipu, um projeto de pesquisa do curso de Engenharia de Pesca da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Campus de Toledo, tem se destacado por sua relevância ambiental e científica. O projeto intitulado Monitoramento e Avaliação dos Estoques Pesqueiros Explorados pela Pesca Profissional no Reservatório de Itaipu busca mapear a situação das espécies de peixes capturadas pela pesca profissional, gerar dados para políticas públicas e tomadas de decisão a fim de garantir a sustentabilidade da atividade pesqueira na região.
Funcionando desde 2023, convênio entre o ICTES-Laboratório de Ictiologia e Estatística Pesqueira e a Itaipu Binacional, o projeto tem como objetivo conciliar a conservação e o desenvolvimento econômico dos pescadores, sendo uma iniciativa que reúne professores, acadêmicos e pescadores em uma atividade que alia ciência e conhecimento tradicional. Por meio de coletas periódicas e análise de dados, os cientistas investigam as condições dos estoques pesqueiros e as pressões sobre as populações de peixes, fundamentais para a subsistência dos pescadores da região.
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A pesca profissional é um dos pilares econômicos da região do reservatório de Itaipu, envolvendo mais de 500 pescadores que dependem dos recursos pesqueiros para sua subsistência. ???Por meio do monitoramento podemos propor medidas para minimizar os efeitos da diminuição na abundância do pescado no reservatório, também propor políticas públicas e entender as características do pescado no local???, explica o gestor do projeto Prof. Dr. ??der André Gubiani. Segundo ele, a integração entre os conhecimentos acadêmicos e a experiência dos pescadores tem sido essencial para a construção de estratégias eficazes de manejo, também conhecido como manejo participativo e ciência cidadã.
O trabalho de campo é realizado ao longo dos meses de março a outubro. As equipes monitoram espécies como: bagres (Siluriformes), pintados (Pseudoplatystoma corruscans), mandis (Pimelodus mysteriosus), armados (Pterodoras granulosus), traíras (Hoplias sp.), piranhas (Serrasalmus marginatus), curimbas (Prochilodus lineatus) e piaus (Schizodon borellii), analisando fatores como biomassa, tamanho mínimo de captura, tamanho de primeira maturação, tamanho de malha de captura adequado, período de defeso, sexo, estágio de maturação sexual do peixe e grau de enchimento dos estômagos.
Para os estudantes envolvidos, a participação no projeto representa uma oportunidade única de aprendizado prático e de contato direto com desafios reais da profissão. ???Para mim está sendo muito enriquecedor e gratificante trabalhar com a temática do monitoramento de estoques pesqueiros ainda mais ter a oportunidade de ajudar a manter a atividade pesqueira profissional, pois muitas famílias dependem dessa atividade no reservatório de Itaipu???, pontua Carlos Henrique Monteiro Patrício, estudante do curso de Engenharia de Pesca da Unioeste.
Os resultados do projeto já indicam mudanças no período reprodutivo dos peixes, o qual ocorre, atualmente, de novembro a fevereiro. Evidências tem demonstrado que muitas espécies de peixes estão antecipando sua reprodução já para o final de setembro, começo de outubro. Essa informação é crucial para orientar políticas públicas e determinar alterações que garantam a sustentabilidade da atividade. ???Observamos por meio do projeto e em consonância com as mudanças climáticas e, consequente, aumento da temperatura da água, que os peixes têm antecipado a reprodução ou até mesmo postergado, em alguns casos, entre final de agosto/setembro e principalmente outubro, quando os peixes já estão reproduzindo. Nossa ideia é propor para o Instituto Ambiental do Paraná uma antecipação do período de defeso, ou seja, fechar dia 1ºde outubro e abrir no final de janeiro, mantendo os quatro meses de defeso, assim protegendo esses peixes que estão desovando antecipadamente???, comenta o professor.
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Com a continuidade do monitoramento e a recente ampliação dos locais de coleta, o projeto pretende contribuir para um modelo de pesca mais equilibrado e sustentável no reservatório de Itaipu. Em um cenário de mudanças climáticas e crescente pressão sobre os recursos naturais, iniciativas como essa se tornam cada vez mais indispensáveis.