Uma troca de tiros dentro de uma empresa de escolta armada, localizada no Bairro Universitário, em Cascavel-PR, terminou com a morte de um vigilante e dois colegas detidos na noite de quinta-feira, 25. O caso, que inicialmente foi tratado como um possível assalto com reféns, mobilizou diversas equipes da Polícia Militar (PM), incluindo o Pelotão de Choque e gerou grande apreensão entre os moradores da região.
A confusão teve início após uma ligação à Polícia Militar relatar um possível roubo em andamento em uma empresa de escolta localizada na Rua Oliva, no cruzamento com a Rua Edson Luiz Favarin. A informação foi repassada pela sócia da empresa, que teria sido alertada por um dos funcionários sobre uma suposta invasão. Quando as viaturas chegaram ao local, encontraram um veículo parado em frente ao imóvel e, em seguida, ouviram disparos vindos de dentro da empresa.
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Moradores, assustados com o intenso barulho dos tiros, acompanharam a movimentação policial à distância enquanto o clima de tensão se prolongava por horas. Segundo o comandante do 6º Batalhão de Polícia Militar de Cascavel (6º BPM), tenente-coronel Cícero Tenório, os policiais localizaram um homem caído ao solo, já alvejado, ao chegarem. A equipe então tentou negociar com os demais indivíduos que estavam dentro da empresa, mas foi recebida com novos disparos, inclusive com arma de grosso calibre, uma espingarda calibre 12. Houve revide por parte dos agentes e, após um período de silêncio dentro do imóvel, dois homens se renderam.
Mais tarde, foi confirmado que a vítima fatal era Gilmar Chaves, de 41 anos, identificado como sócio da empresa. De acordo com os primeiros levantamentos da Polícia Civil (PC), Gilmar havia se dirigido até o local após receber a informação sobre a possível invasão. Ao chegar, foi surpreendido e baleado pelos próprios colegas de trabalho. Ainda não se sabe com clareza se os disparos foram resultado de um mal-entendido, armação ou outro tipo de conflito interno.
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Colégio Adventista de ToledoO delegado da Delegacia de Homicídios, Fabiano Moza, afirmou que os dois vigilantes detidos são funcionários da empresa e que um deles estava em seu primeiro dia de trabalho. Eles chegaram por volta das 19h00, após realizarem uma escolta, e pouco depois entraram em contato com a sócia relatando uma suspeita de invasão. A vítima, então, foi até a sede da empresa e acabou sendo alvejada. Câmeras de segurança foram recolhidas para ajudar nas investigações, que seguem em andamento para esclarecer a motivação do crime.
As armas envolvidas foram apreendidas e a Polícia Científica realizou os procedimentos no local. O corpo de Gilmar Chaves foi recolhido e encaminhado ao necrotério, onde passará por necropsia. Até o momento, não há indícios de tentativa de roubo, tampouco outras vítimas ou reféns. O caso segue sendo tratado como um desentendimento interno com desfecho trágico.
Com informações da Central Gazeta de Notícias (CGN).