Maycon de Souza Morette e Wellington Clayton Machado de Proença foram condenados por envolvimento na morte do policial militar Reinaldo José Garozi, em Cianorte, no Noroeste do Paraná. O crime aconteceu em 2023.
O julgamento foi realizado na terça-feira (9) e durou mais de 12 horas. Maycon foi condenado a 30 anos de prisão, e Wellington a 25, ambos pelo crime de homicídio com qualificadoras como motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima.
As defesas dos condenados informaram que vão recorrer da decisão.
O PM foi baleado durante um confronto na PR-323. Durante o julgamento, as defesas de Maycon e Wellington negaram que os dois tiveram participação direta nos disparos.
Casa Cor Tintas: ambientes acolhedores neste inverno
Transforme sua casa com cores e consultoria especializada para mais conforto e b...
Muffatão Auto Center: pneus Goodyear e Kelly com 7% de desconto
Troque seus pneus com 7% OFF no PIX. Preços a partir de R$ 316,11. Consulte cond...
Achei IPhone: referência em iPhones com garantia em Toledo
Compre seu iPhone revisado, selecionado e com atendimento especializado.
Casa Maringá Importados: variedade em tecnologia e praticidade
Encontre eletrônicos, eletroportáteis e mobilidade elétrica em um só lugar.
Mais
Em depoimento, Maycon negou ter dado o tiro que matou o policial. Também alegou que o disparo pode ter partido de outros agentes durante o confronto. Wellington também foi interrogado, mas preferiu ficar em silêncio.
No julgamento também foram ouvidas sete testemunhas, incluindo policiais que participaram da ocorrência e eram amigos da vítima.
Mais segurança com Unimed Costa Oeste: SOS 24h para você
Suporte rápido em urgências e orientação médica 24 horas. Tranquilidad...
Unimed Costa Oeste
Ofertas especiais para o Dia dos Namorados no Shopping China
Milhares de opções das melhores marcas até 12/06. Novo horário para su...
Shopping China
Sorriso Toledo: Atualize seu cadastro sem sair de casa
Atualização digital pelo AtlasMob. Mais rapidez e comodidade para estu...
Sorriso Toledo
Expresso Nordeste: conforto exclusivo na rota Toledo-SP
Viaje Leito Cama com poltronas reclináveis e compre fácil no WhatsApp ...
Expresso Nordeste
AF Turismo leva você ao Grenal com tudo incluso
Pacote com transporte, hotel, café da manhã e ingresso. Parcelamento s...
AF Turismo
Restaurante Filezão: o maior buffet da região!
Mais de 50 opções e sobremesas cortesia em um ambiente aconchegante.
Restaurante FilezãoMaycon está preso no presídio federal de Catanduvas, no oeste do Paraná, e Wellington está na cadeia pública de Cianorte.
O cabo Reinaldo José Garozi, da Polícia Militar do Paraná (PM-PR), morreu no hospital na madrugada de 18 de setembro de 2023 após ser baleado durante perseguição de suspeitos na PR-323, em Cianorte, no noroeste do Paraná. O confronto aconteceu na noite de 17 de setembro.
Segundo a corporação, cinco suspeitos estavam em um carro prata quando os PMs tentaram abordar o veículo, mas o condutor não obedeceu à ordem e empreendeu fuga.
Durante a perseguição, de acordo com a PM, os homens atiraram contra a equipe, que revidou. Após alguns minutos, o veículo parou em frente a uma empresa e a troca de tiros continuou.
O policial foi baleado no tórax e encaminhado ao hospital em estado grave, mas não resistiu aos ferimentos. Além dele, dois suspeitos morreram no local.
Um dos integrantes foi preso e dois conseguiram fugir a pé.
Garozi estava na corporação há 26 anos.
Nota dos advogados Claudemir Miranda e Yuri Rangel, que atuam na defesa de Maycon:
"A defesa técnica de Mayco de Souza Morette vem a público manifestar-se acerca da decisão proferida pelo Tribunal do Júri que resultou em sua condenação. Inicialmente, a defesa registra seu absoluto respeito à soberania dos veredictos do Tribunal do Júri, instituição consagrada pela Constituição Federal como garantia fundamental do Estado Democrático de Direito. Todavia, após criteriosa análise dos autos e dos fundamentos que envolveram o julgamento, a defesa técnica não concorda com o veredicto proferido, por entender que existem relevantes questões jurídicas e probatórias que merecem reexame pelas instâncias competentes. Nesse contexto, a defesa exercerá plenamente o direito constitucional ao duplo grau de jurisdição, adotando as medidas recursais cabíveis perante o Tribunal de Justiça, na busca pela revisão da decisão, observando rigorosamente os princípios do contraditório, da ampla defesa e do devido processo legal. Por respeito às partes envolvidas, aos familiares e ao próprio Poder Judiciário, a defesa não realizará comentários acerca do mérito das teses recursais neste momento, reservando-se a apresentá-las nos autos, foro adequado para a discussão jurídica da matéria. A defesa reafirma sua confiança nas instituições e no sistema de justiça, permanecendo comprometida com a defesa técnica dos direitos e garantias assegurados pela Constituição da República."
Nota do advogado Anderson Carraro, que atua na defesa de Wellington:
"A defesa apresentará recurso, pois entende que há possibilidade de revisão."