Após alta hospitalar, família de Gustavo Milan enfrenta dificuldades para manter cuidados em casa


Foto: Divulgação
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Gustavo Milan, de 16 anos, atropelado por uma viatura da Polícia Militar (PM) no dia 24 de outubro de 2025, já recebeu alta hospitalar e está em casa, em Toledo. Apesar da evolução clínica, a família enfrenta dificuldades financeiras e estruturais para garantir os cuidados necessários no ambiente domiciliar.

Segundo a mãe, Suelen Milan, Gustavo apresenta melhora gradual, abrindo os olhos, porém ainda não responde a comandos simples. Ele utiliza sonda de gastrostomia para alimentação e traqueostomia, o que exige atenção constante. A alimentação ocorre a cada duas horas, além de cuidados com aspiração, inalação e monitoramento frequente, o que impede que ela se afaste do filho.

Suelen relatou que não recebeu, até o momento, nenhum auxílio do Estado. De acordo com ela, o processo judicial relacionado ao caso está em andamento, mas aguarda decisão do juiz. O advogado da família ingressou com pedido para que Gustavo receba um auxílio mensal, porém o pedido também está pendente de análise judicial. O inquérito sobre o acidente, segundo a mãe, não teve movimentação até agora, quase três meses após o ocorrido.

A situação financeira da família se agravou após a alta hospitalar. Para viabilizar o retorno de Gustavo para casa, foi necessário comprar suplementos alimentares, equipamentos e insumos, já que, no momento da alta, a família ainda não possuía receita do Sistema Único de Saúde (SUS) para retirada gratuita dos suplementos. A receita foi obtida posteriormente, mas Suelen afirma não ter com quem deixar o filho para se deslocar até os postos de saúde, devido à rotina intensa de cuidados. A Prefeitura informou que está fornecendo os suplementos.

Além de Gustavo, Suelen é responsável por outras duas crianças, sendo uma delas em acompanhamento oncológico na Uopeccan, além de uma bebê de 10 meses. Ela explicou que, no próximo mês, precisará retornar ao trabalho. Contratada pelo Estado em regime de Processo Seletivo Simplificado (PSS), Suelen informou que não possui direito a afastamento para cuidar do filho, o que aumenta a preocupação, já que não tem condições financeiras de contratar alguém para auxiliar nos cuidados diários.

Entre as principais necessidades atuais estão uma cadeira de rodas com apoio para cabeça e fixação das pernas. 

“Não posso sair do lado dele”, relatou a mãe, que afirmou estar física e psicologicamente exausta diante da sobrecarga de cuidados e da falta de suporte institucional.

Diante das dificuldades enfrentadas pela família após a alta hospitalar, quem desejar contribuir com doações financeiras ou oferecer apoio com equipamentos e insumos pode entrar em contato diretamente com a mãe, Suelen Milan, através do telefone e WhatsApp (67) 9-9905-6807 (Clique para chamar).

As doações podem ser feitas via PIX:

Chave PIX (celular): (67) 9-9905-6807

Nome: Suelen Camila de Oliveira Milan

Banco: Bradesco

A família também se dispõe a receber ajuda por meio do empréstimo de equipamentos, como cadeira de rodas com apoio para cabeça e fixação das pernas e outros, que são fundamentais para garantir segurança e continuidade dos cuidados de Gustavo em casa.

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