O primeiro semestre do ano de 2022 está chegando ao fim e com o passar dos meses a expectativa pelas eleições aumentam. No próximo dia 02 de outubro os brasileiros escolherão os seus representantes para os cargos de deputado estadual, distrital, deputado federal, senador, governador e presidente. E a equipe de reportagem do Toledo News foi conversar com Tania Maion, que ficou conhecida por seu trabalho em Marechal Cândido Rondon em defesa do presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) e por lutar pela democracia e pela liberdade e que agora é pré-candidata à deputada federal para representar o Paraná no Congresso.
Quem é Tania Maion?
Tânia Maion, natural de Adamantina-SP, formou-se em Farmácia e Bioquímica - Análises Clínicas pela Unesp em Araraquara-SP, trabalhou anos como farmacêutica. Foi responsável por um laboratório de Análises Clínicas por cerca de três anos. Foi professora universitária. Pós-graduada em Vigilância Sanitária e Administração Hospitalar e Pós-graduada em Didática para Ensino Superior. Aprovada no TRT da 9ª Região, assumiu em Marechal Cândido Rondon- PR em 1994, e trabalhou por 25 anos como Oficial de Justiça Avaliadora Federal. Formou-se também em Direito pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste). Aposentou-se no início de 2019 e desde então vem atuando como ativista política em apoio ao Governo Federal por entender que defender um presidente bom, competente e honesto como Jair Messias Bolsonaro é sinal de caráter, bom senso e amor à Pátria.

Porque decidiu ser pré-candidata à deputada Federal?
Sempre fui avessa à política, contudo, quando comecei à trabalhar com processo judicial eletrônico em casa, meu computador ficava próximo à TV e, sempre que possível, acompanhava as votações da Câmara, no Senado e as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e constatei indignada que, no geral, não tínhamos bons representantes no Congresso e muito menos na Suprema Corte do Judiciário e que, no meu entendimento, faltava moral, caráter e sobrava viés ideológico de esquerda nesses dois poderes, então compreendi a importância de reelegermos nosso presidente e renovarmos o Congresso nacional. Como muitos ministros do atual governo se afastaram de seus cargos para disputarem governos estaduais e senado, entendi que precisávamos ter também pré-candidatos para renovarmos o legislativo federal e que precisavam ser pessoas honestas, do povo, ativistas que não respondiam à processos por suspeitas de improbidade e/ou corrupção, pois só assim garantiríamos imparcialidade nas votações e daríamos força para o presidente Bolsonaro governar como vem fazendo até então, sem roubar e sem permitir que roubem.
Ao entender que a política era como uma cadeira vazia e que se eu não a ocupasse, outra pessoa que não tem caráter e os mesmos valores e princípios que eu poderia ocupá-la, daí resolvi ir à luta e pôr meu nome à disposição. O final dessa história, só dependerá do povo decidir se realmente querem renovação ou se trocarão seis por meia dúzia reelegendo os mesmos políticos de sempre.
Qual o ponto positivo que você vê em não ser política?
Penso que o fato de eu nunca ter sido política já é em si, um ponto positivo. Não tenho vícios, não faço conchavos, e vejo minha pré-candidatura à deputada federal como uma resposta aos anseios do povo brasileiro que concluiu que sua omissão, por décadas, na política, foi que permitiu que pessoas mal intencionadas, sem moral, sem princípios e valores, sedentas por controle e por poder chegassem ao governo. Finalmente o povo compreendeu a importância de acompanhar e participar da política e passou a atuar como cidadão que se organiza em sociedade e vai à luta. Dessa reação é que surgiram ativistas políticos como eu que compreenderam que a força e poder da caneta em mãos erradas e que não representam o povo, pode trazer consequências irreversíveis à sociedade como um todo. As decisões equivocadas e totalitárias de ministros do STF põe isso em evidência todos os dias e causa tamanha incerteza jurídica que o povo acordou, se revoltou e resolveu agir, enquanto ainda lhe resta alguma liberdade.

Sendo expressiva apoiadora do Bolsonaro porque não se filiou ao PL?
Hoje, no Brasil, todos que querem concorrer a um cargo político precisam se filiar a um partido. E partido virou uma instituição jurídica que concentra muitos poderes e jogos de interesses. Por isso, fica difícil alguém que nunca foi política como eu, entrar para um partido, ainda mais como o PL que é um partido formado por velhos políticos, os ???caciques??? do centrão. Costumo dizer que nosso presidente foi morar em uma casa com muitos moradores antigos, e estes são os que ditam as regras, e os que escolhem os que concorrerão ao pleito e essa escolha, no geral, costuma ser de acordo com os interesses deles e não do povo brasileiro, assim, eu poderia ter me filiado ao PL, mas não havia nenhuma indicação de que meu nome seria aceito na convenção, então, precisava encontrar um partido que desse condições para disputar em 2022.

O partido PROS havia trocado o presidente nacional e abriu as portas para acolher a pré-candidata ao senado, Aline Sleutjes, e também à todos os que estavam com a deputada bolsonarista e, para nos dar segurança, firmou uma nota de apoio ao presidente Bolsonaro e nos garantiu liberdade de decisão.
Quais as suas principais pautas?
Sou conservadora e cristã e, portanto, contra o aborto. Defendo o direito à vida desde sua concepção. Sou à favor do armamento, pois entendo que todos devem ter o direito de defesa, até porque, nem sempre o Estado é eficiente ou tem meios adequados de garantir a nossa segurança e a de nossos familiares.

Defendo a verdadeira democracia e a liberdade. Poder decidir, poder expressar nossas opiniões ou ir e vir quando queremos, não tem preço. Sou contra estados totalitários e governos ditadores, entendo que estes devem e precisam ser criminalizados, razão pela qual sou contra o socialismo e o comunismo que penso serem similares e totalmente destrutivos. Não há um exemplo na história da humanidade que governos assim tenham dado certo.
Na minha concepção, somente um povo livre, com liberdade de produzir consegue se desenvolver e prosperar. Sou totalmente contra as cotas, pois entendo que elas dividem, discriminam e enfraquecem a todos, por isso, defendo a meritocracia e que ensinar a pescar ao invés de dar o peixe é a resposta e o caminho do desenvolvimento e da prosperidade de uma nação.
Qual a sua opinião sobre as eleições de 2022?
Penso que as eleições de 2022 será um divisor de águas. Ou o povo faz a sua parte, ou seremos escravos do comunismo/globalismo. E se isso acontecer será irreversível. O povo precisa olhar para os nossos vizinhos e aprender com os erros da Venezuela, de Cuba, e agora da Argentina e do Chile. E é fundamental que todos votem. Nesta eleição teremos vários candidatos honestos concorrendo, basta o povo pesquisar o histórico de cada um e pensar, afinal, quem em sã consciência colocaria um ladrão para administrar sua casa?

A Bíblia nos ensina a fazer o certo. Diz que só a verdade liberta. E por isso temos que obedecer a Deus e não aos homens. Em provérbios 29:2 fala que ???quando o justo governa, o povo se alegra. E é por isso que defendo nosso presidente Bolsonaro, porque ele é bom, é justo, ele não rouba e não deixa roubar. Mas ele não governa sozinho, precisa dos outros dois poderes alinhados com ele, para que o dinheiro do povo seja realmente revertido em políticas públicas para a população que é quem trabalha, quem produz e quem deveria ser atendido com políticas justas para todas as pessoas que hoje pagam muitos impostos, mas não recebem a contrapartida como deveria. Penso que essa eleição será fundamental e decisiva para construirmos uma nação melhor para as futuras gerações. E isso, só depende de nós, O POVO.