Equipe do Centro de Saúde participa de atividade sobre higienização de mãos

Cerca de 40 profissionais da Equipe de Atenção Primária (EAP) do Centro de Saúde participaram, na manhã desta sexta-feira (9), de uma atividade educativa voltada a um dos cuidados mais básicos — e, ao mesmo tempo, mais decisivos — da rotina dos serviços de saúde: a correta higienização das mãos. A ação teve como foco reforçar práticas que impactam diretamente a segurança sanitária de pacientes e trabalhadores.
A dinâmica foi realizada durante a reunião mensal da EAP, encontro que acontece sempre na segunda sexta-feira de cada mês e que, além de tratar de assuntos gerais da unidade, reserva um espaço para capacitações e treinamentos dos servidores. Nesta edição, o tema escolhido foi a lavagem das mãos, alinhada ao protocolo do Núcleo de Segurança do Paciente (NSP), do Ministério da Saúde.
Conduzida pelas enfermeiras Dayane Franco, Vanessa Macedo e Patrícia Libreloto, a atividade colocou os participantes em diferentes situações do dia a dia profissional, mostrando como um gesto aparentemente simples é capaz de reduzir de forma significativa os riscos de contaminação e de infecções. O conteúdo abordou tanto os momentos em que a higienização é indispensável quanto as técnicas mais eficazes para realizá-la corretamente.
Um dos pontos altos foi o desafio prático que levou os profissionais a testarem seus próprios hábitos. Com os olhos vendados, eles sujaram as mãos com tinta guache vermelha, espalhando o material como se fosse água e sabão. Em seguida, já sem as vendas, cada participante pôde observar quais áreas haviam sido alcançadas pela “lavagem” simbólica – e, principalmente, quais regiões costumam ser esquecidas no processo.
Para a gerente da EAP Centro de Saúde, Rejane Ecker, esta atividade, ao transformar um tema técnico em uma experiência interativa, reforça que a lavagem correta das mãos vai muito além de um protocolo e se consolida como um dos pilares do cuidado em saúde. “A prática adequada protege tanto o paciente quanto o próprio profissional”, pondera. “E, quando trabalhada de forma leve e participativa, ela pode ser constantemente revisitada sem perder o rigor que o ambiente de saúde exige”, completa.




















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