Familiares e amigos de Gabrielle de Lima Rodrigues, vítima de feminicídio registrado em março de 2024 em Toledo, vão realizar uma manifestação na próxima terça-feira, dia 03 de março, em frente ao Fórum da Comarca. A mobilização está marcada para ocorrer a partir das 08h30, horário em que terá início o Tribunal do Júri responsável pelo julgamento do acusado, que permanece preso desde o crime.
De acordo com familiares, o ato deve reunir parentes, amigos, vizinhos e membros da comunidade que acompanharam o caso desde o início. A intenção é prestar homenagem às vítimas e reforçar o pedido por justiça. O processo tramita sob segredo de justiça, principalmente em razão da participação de menor de idade entre os depoentes. A família informou que ingressou com recurso solicitando a abertura da sessão ao público e aguarda uma resposta que pode ser divulgada na véspera do julgamento. Caso o júri permaneça restrito, os manifestantes deverão permanecer do lado de fora do Fórum durante toda a manhã.
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Centro de Desenvolvimento Posso MaisO caso que será julgado ocorreu na noite de 18 de março de 2024, por volta das 22h35, na Rua Orlando Dezem, nas proximidades do Colégio Estadual Novo Horizonte, no Jardim Coopagro. Na ocasião, a Polícia Militar (PM) foi acionada após um pedido de socorro indicando uma situação de violência doméstica em andamento. Ao chegarem ao local, equipes da Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) encontraram duas vítimas com sinais de violência. Tratava-se de Gabrielle de Lima Rodrigues, de 34 anos, e de seu pai, Vicente José Rodrigues, de 61 anos.
Gabrielle deixou dois filhos, atualmente com 13 e cinco anos de idade, que desde então convivem com as consequências da tragédia que abalou a família e a comunidade. O caso ganhou grande repercussão à época e reacendeu o debate sobre a violência doméstica e a proteção às mulheres.

Segundo as investigações conduzidas pela Polícia Civil (PC), o autor dos fatos também foi encontrado ferido na residência, após ter desferido contra si mesmo um golpe de faca. Ele foi encaminhado ao hospital sob escolta policial, recebeu atendimento médico e, posteriormente, foi preso ainda durante a madrugada. Desde então, segue à disposição da Justiça.
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Na época, o delegado-chefe da 20ª Subdivisão Policial de Toledo (20ª SDP), Alexandre Macorin, informou que a vítima já havia registrado ocorrências anteriores de violência doméstica e possuía medida protetiva vigente contra o acusado, a qual teria sido descumprida. Conforme detalhado pela autoridade policial à época, nos dias que antecederam o crime teriam sido registradas ameaças reiteradas.
O julgamento pelo Tribunal do Júri está previsto para começar às 08h30 da próxima terça-feira, no Fórum de Toledo. Por se tratar de processo sob segredo de justiça, detalhes sobre os depoimentos e demais atos processuais não poderão ser divulgados. A expectativa da família é de que o julgamento represente um momento de responsabilização e memória às vítimas.