As regras da Fórmula 1 vão passar por mudanças a partir da próxima etapa do calendário, o GP de Miami, que será disputado entre os dias 1º e 3 de maio. As propostas finais foram aprovadas nesta segunda-feira (20 de abril).
As três primeiras corridas da temporada evidenciaram pontos que precisavam de ajustes nos novos regulamentos, que trouxeram mudanças profundas, especialmente na forma de gerenciamento de energia. As novas unidades de potência passaram a ter uma divisão praticamente equilibrada entre combustão e parte elétrica.
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Mais
Após esse início de campeonato e aproveitando a pausa causada pela suspensão dos GPs do Bahrein e da Arábia Saudita, equipes, fabricantes de motores, construtores, a FIA e a organização da Fórmula 1 se reuniram nas últimas semanas para discutir possíveis mudanças. Agora, chegaram a um consenso sobre os ajustes.
As alterações aprovadas ainda precisam passar por uma votação eletrônica do Conselho Mundial de Automobilismo da FIA. A expectativa é de aprovação, permitindo que entrem em vigor já no GP de Miami, com exceção das mudanças nos procedimentos de largada, que ainda serão testadas.
Veja o que muda:
Classificação (qualificação)
Recarga e “superclipping”: a quantidade máxima de energia recuperada será reduzida de 8 para 7 megajoules, com o objetivo de diminuir o tempo de recarga e permitir que os pilotos acelerem mais. O chamado “superclipping” deverá durar entre 2 e 4 segundos por volta, com potência máxima de 350 kW (antes era de 250 kW). Esse limite também será aplicado nas corridas.
Limites de energia variáveis: em algumas provas, poderão ser adotados limites de energia mais baixos. O número de corridas com essa possibilidade sobe de 8 para até 12 na temporada.
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Energia da MGU-K: o sistema continuará fornecendo até 350 kW em pontos críticos, como saídas de curva e áreas de ultrapassagem. Nas demais partes da volta, o limite será de 250 kW.
Potência de “boost”: o ganho máximo de potência será limitado a mais 150 kW ou ao nível de potência do carro no momento da ativação, caso seja maior. A medida busca evitar diferenças bruscas de desempenho entre os carros.
Largadas
As mudanças nessa área serão testadas inicialmente durante o GP de Miami.
Detecção de baixa potência: será introduzido um sistema capaz de identificar carros com aceleração anormalmente baixa no momento da largada. Nesses casos, a MGU-K será acionada automaticamente para garantir um nível mínimo de desempenho e reduzir riscos de segurança.
Aviso visual: carros afetados por esse sistema exibirão luzes piscantes laterais e traseiras para alertar os demais pilotos.
Volta de formação: o contador de energia será reiniciado no início da volta de apresentação, corrigindo uma inconsistência identificada anteriormente.
Corridas com chuva
ERS: a entrega máxima de energia será reduzida, com limitação de torque, para melhorar o controle dos carros em condições de baixa aderência.
Aquecimento dos pneus: a temperatura dos cobertores térmicos será aumentada para pneus intermediários, garantindo melhor aderência inicial em pista molhada.
Iluminação: o sistema de luzes traseiras será simplificado, com sinalizações mais claras e consistentes, facilitando a visibilidade em condições de chuva e aumentando o tempo de reação dos pilotos.