A freira Nadia Gavasnki, de 82 anos, encontrada morta dentro do convento Irmãs Servas de Maria Imaculada em Ivaí , nos Campos Gerais do Paraná, também foi vítima de estupro pelo homem que invadiu o local, segundo a Polícia Civil (PC-PR). Relembre o caso abaixo.
De acordo com a polícia, o laudo pericial apontou que, além da morte por asfixia, houve violência sexual, evidenciada pela gravidade das lesões constatadas. O inquérito foi concluído nesta sexta-feira (27) e encaminhado ao Ministério Público (MP-PR). O nome do investigado não foi divulgado pelas autoridades.
O homem foi indiciado pela prática dos crimes de homicídio qualificado, estupro qualificado, resistência e violação de domicílio qualificada.
Presentes criativos na Adega do Lago
Descubra kits e cestas elegantes para surpreender!
Adega do Lago
Odonto San: Implante dentário em até 15x no boleto
Garanta seu sorriso definitivo com procedimento moderno e seguro. Agen...
Odonto San
FAG Toledo está com vestibular agendado para quatro cursos
Pedagogia, Engenharia de Software, Direito e Publicidade e Propaganda!...
FAG Toledo
Placa Mídia: tapete personalizado de R$100 por R$50
Valorize a entrada da sua empresa com tapete capacho personalizado em ...
Placa Mídia
Casa Cor Tintas: ofertas de até R$ 129,90 por tempo limitado
Soluções completas para sua obra e teste de cor grátis na sua casa
Casa Cor Tintas
Conheça a Haka, cadeiras corporativas e ergonômicas em Toledo
Showroom completo com cadeiras modernas e atendimento personalizado pa...
Haka Comércio de Cadeiras"As provas colhidas, incluindo imagens de câmeras de segurança e vestígios de sangue nas roupas do investigado, confirmam a autoria dos crimes", disse o delegado Hugo Santos Fonseca.
O crime aconteceu por volta das 13h30 de sábado (21), após o homem pular o muro do convento. Segundo as investigações, ele foi questionado pela freira sobre o que fazia no local e respondeu que estava ali para trabalhar. Ao notar a desconfiança da vítima, ele a empurrou.
Sicredi: Crédito rápido para capital de giro empresarial
Acesse crédito fácil e mantenha o equilíbrio financeiro do seu negócio hoje mesm...
Novos cursos e ingresso flexível na PUCPR Toledo
Inscreva-se para 2026 com desconto de 20% via Enem ou escolha o Vestibular Agend...
Restaurante Filezão: o maior buffet da região!
Mais de 50 opções e sobremesas cortesia em um ambiente aconchegante.
Eixão do Desenvolvimento: Conexão Biopark-Toledo
Nova via revoluciona mobilidade e potencializa o crescimento do Biopark
Mais
Em depoimento, o suspeito afirmou que, após empurrá-la, a asfixiou porque ela começou a gritar.
Investigado disse que 'ouviu vozes'
No depoimento, o homem disse que havia passado a madrugada usando drogas e álcool e que ouviu vozes mandando matar alguém.
"Embora o investigado tenha admitido parte das agressões durante o interrogatório, alegando ter agido sob o comando de vozes, a perícia técnica refutou as versões que tentavam minimizar a natureza sexual dos atos cometidos", disse o delegado.
Ainda à polícia, ele também relatou que entrou no convento com a intenção de cometer um assassinato, mas negou que pretendesse furtar bens do local. Depois, disse que se afastou do corpo ao perceber que a vítima estava desacordada.
O homem foi localizado em casa após o crime. Ao perceber a chegada da equipe policial, tentou fugir e agrediu os agentes, mas foi contido. Durante a abordagem, admitiu a autoria.
Homem foi solto da prisão dois meses antes do crime
De acordo com a investigação, o investigado foi preso por furto qualificado no dia 28 de dezembro de 2025 e, dois dias depois, colocado em liberdade provisória.
Conforme o delegado Hugo Fonseca, ele tem passagens pela polícia desde 2024 por crimes como roubo, furto e violência doméstica.
Quem é a vítima
Nadia Gavasnki tinha 82 anos e vivia no convento Irmãs Servas de Maria Imaculada. Ingressou na congregação em 1971, aos 27 anos, e dedicou 55 anos à vida religiosa.
Segundo a freira Deonisia Diadio , a irmã era “humilde, confiante e profundamente mariana ” — quando é muito devota à Virgem Maria. Após sofrer um AVC, desenvolveu dificuldade na fala, mas seguia ativa na rotina do convento.
Testemunha filmou o suspeito
Uma fotógrafa que registrava um evento no convento foi abordada pelo suspeito logo após a morte da freira. Ela contou à polícia que ele apresentava nervosismo, estava com as roupas sujas de sangue e arranhões no pescoço. Ele disse a ela que estava trabalhando no local e que encontrou a freira caída.
Desconfiada da versão apresentada por ele, a mulher filmou discretamente a interação e pediu ajuda de outras pessoas que estavam no local para acionar a ambulância e a Polícia Militar. Nesse intervalo, o suspeito fugiu do local.
"Eu sabia que ele não trabalhava ali porque eu tiro fotos nesse local há 9 anos e eu nunca o vi ali", contou a mulher à RPC.
O suspeito fugiu antes da chegada das autoridades, mas foi identificado depois, com base nas filmagens feitas pela testemunha.
A ação da fotógrafa foi fundamental para a identificação do homem, conforme o delegado Hugo Fonseca, responsável pelas investigações.
"A contribuição dela foi importantíssima, justamente para, de pronto, já identificarmos o suspeito. Muitas vezes, nos crimes de homicídio, nós encontramos o corpo, conseguimos identificar o que causou a morte daquela pessoa, só que, muitas vezes, em um primeiro momento, nós não temos elementos de informação capazes de identificar a autoria. Essa testemunha estando lá, conseguiu identificar o autor", detalhou.