A sucessão de adiamentos no processo que apura a morte de Rosa Lewandowski motivou uma manifestação na tarde desta quarta-feira (18), em frente ao Fórum de Toledo. Familiares, amigos e integrantes de movimentos sociais se reuniram no local para cobrar celeridade e respostas do sistema de Justiça.
O ato ocorreu no mesmo dia em que uma audiência do caso estava prevista para acontecer, mas acabou novamente adiada. Conforme informado aos presentes, o motivo foi a realização de reformas no prédio do Fórum. A audiência foi remarcada para o mês de abril, gerando insatisfação entre os manifestantes, que apontam que esta já é a quinta vez que a oitiva é postergada.
Entre os participantes estava Cláudia Regina Mallmann, amiga da vítima e integrante do coletivo Mariellas, grupo voltado ao combate à violência contra a mulher. Segundo ela, Rosa passou a integrar o coletivo após ter sido acolhida em um episódio anterior de violência e, desde então, manteve proximidade com as integrantes.
Cláudia relembrou características pessoais da vítima e destacou a mobilização em busca de justiça. “A Rosa era uma pessoa sempre animada, sorridente, gostava de estar com as pessoas. Mesmo nos momentos difíceis, ela mantinha o sorriso. E agora a gente está aqui para cobrar que haja justiça, porque não dá mais para ficar esperando”, afirmou.
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Durante a manifestação, participantes demonstraram indignação com a demora no andamento do processo. De acordo com relatos no local, a audiência adiada seria uma das etapas finais da instrução. Para os presentes, a repetição dos adiamentos reforça a sensação de lentidão e impunidade, motivando a mobilização pública.
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O caso teve grande repercussão em Toledo desde novembro de 2024. Rosa, então com 61 anos, foi morta dentro de sua residência, localizada na Rua Hermínio Nichetti, na Vila Pioneiro. Conforme as investigações, o autor, um homem de cerca de 40 anos e conhecido da vítima, invadiu o imóvel durante a madrugada e a agrediu até a morte.
Após o crime, o suspeito confessou o ocorrido a uma familiar e foi localizado horas depois no município de Ouro Verde do Oeste-PR. Ele foi preso e encaminhado à 20ª Subdivisão Policial de Toledo (20ª SDP). Atualmente, responde ao processo em prisão domiciliar, com monitoramento por tornozeleira eletrônica. Conforme relatado no local, ele ficou preso em regime fechado por cerca de quatro meses.
A manifestação foi encerrada com pedidos por justiça não apenas no caso de Rosa, mas também em relação a outras vítimas de violência, com a cobrança de maior efetividade nas respostas do sistema judicial.
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