Entregadores que atuam em Toledo estão se mobilizando para uma possível paralisação a partir do domingo (19), em protesto contra valores considerados baixos pagos por entregas. A principal reivindicação da categoria é o reajuste do valor mínimo para R$ 10,00, diante do aumento dos custos operacionais, incluindo combustível.
De acordo com um dos representantes dos motoboys ouvidos pela reportagem, que prefere se manter anônimo por receio de represálias, atualmente há diferentes formas de atuação na cidade, incluindo entregadores fixos vinculados a estabelecimentos, profissionais que realizam retiradas diretas em lojas e aqueles que trabalham por meio de aplicativos. Segundo ele, o principal problema está nas entregas realizadas fora de plataformas, onde alguns comércios estariam pagando cerca de R$ 8,00 por entrega.
“A taxa com o aumento dos preços está se tornando prejuízo. Pedimos no mínimo R$ 10,00 por entrega, para que a conta feche no final do mês”, afirmou. Ainda conforme o relato, há empresas que já praticam valores superiores, chegando a pagar R$ 12,00 por entrega.
Diante desse cenário, a mobilização, segundo os organizadores, será parcial e não deve afetar estabelecimentos que já adotam valores considerados adequados pelos entregadores. “Os que pagam o valor justo continuarão com os seus entregadores normalmente. Agora, os que não se readequarem ficarão sem a disponibilidade dos motoboys”, explicou.
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A categoria afirma que já iniciou conversas com empresas locais e estabeleceu um prazo até domingo para que haja um acordo. Caso não haja avanço nas negociações, os entregadores pretendem suspender as atividades para os comércios que não aceitarem o reajuste.
A estimativa é de que mais de 30 estabelecimentos possam ser impactados pela paralisação. A adesão, no entanto, ainda não pode ser mensurada com precisão, já que a mobilização ocorre por meio de diferentes grupos de entregadores.
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BelenzierA organização destacou que o movimento será pacífico. A proposta é realizar uma concentração no Parque Ecológico Diva Paim Barth (Lago Municipal), sem bloqueio de vias ou interferência no trânsito. “Vai ser uma reunião dos motoboys em praça, com as motos estacionadas”, relatou o representante.
Além da questão financeira, os entregadores também apontam os riscos da atividade como um fator relevante. Conforme relatado, os profissionais enfrentam diariamente situações adversas no trânsito, além da exposição constante a condições climáticas como chuva e frio.
A mobilização, conforme os organizadores, não têm caráter de confronto, mas sim de necessidade diante do cenário atual. “A paralisação não é por luxo, é por necessidade. Hoje os custos aumentaram muito, como combustível, manutenção e alimentação, e a taxa paga não acompanha essa realidade. A gente não quer prejudicar ninguém, nem comerciantes nem clientes. O que buscamos é um valor justo para continuar trabalhando com qualidade”, afirmou um dos representantes dos motoboys.