Museu Willy Barth agora possui formulários para organizar pesquisas, visitas e eventos

O Museu Histórico Willy Barth passou a contar com uma novidade que reúne, em um único endereço, alguns dos principais serviços oferecidos ao público. Por meio de formulários online, disponíveis na bio do perfis oficiais do espaço cultural no Facebook e Instagram (@museuhistoricowillybarth), pesquisadores, escolas, visitantes e usuários em geral podem solicitar agendamentos, organizar visitas guiadas e avaliar o atendimento recebido, tornando o acesso ao espaço mais ágil, organizado e transparente.
Segundo o historiador do museu, Felipe de Andrade Sanches, a ferramenta, vinculada ao site “Linktree”, foi criada justamente para facilitar esse contato inicial. “Pensamos em um meio de agilizar e facilitar o atendimento do museu à população”, comenta.
Pesquisas
Um dos principais recursos da nova ferramenta é o formulário voltado ao agendamento de pesquisas no acervo do museu. Ele atende tanto pesquisadores acadêmicos (como estudantes de graduação, mestrado e doutorado) quanto pessoas interessadas em consultar documentos, fotografias e objetos históricos preservados pela instituição. De acordo com Felipe, “pesquisadores acadêmicos, que estão fazendo TCC [trabalho de conclusão de curso], mestrado, doutorado e também curiosos acessam esse link, que gera um formulário”, explica Felipe. “Após o preenchimento do formulário, a equipe do museu entra em contato com o solicitante para confirmar ou definir a data e o horário da consulta, garantindo melhor organização do uso do acervo e evitando conflitos de agenda”, detalha.
Visitas
Outro serviço disponibilizado no Linktree é o formulário para visitas em grupo. Escolas, universidades, grupos de idosos, escoteiros e outras instituições podem solicitar visitas guiadas de forma simples, informando previamente o número de participantes, a data desejada e o perfil do público. “A partir disso, o museu entra em contato para confirmar o agendamento da visita guiada. Com essas informações, o museu consegue planejar o atendimento, organizar a mediação cultural e garantir uma experiência mais qualificada aos visitantes”, salienta o historiador.
Avaliação
A ferramenta também inclui um formulário de avaliação das visitas guiadas. O preenchimento é opcional, mas funciona como um importante canal de escuta, permitindo que o público registre percepções sobre a experiência, a mediação, o espaço físico e o atendimento recebido. “É um formulário útil para a equipe do museu aprimorar o trabalho e o atendimento. As respostas são utilizadas pela equipe do museu como subsídio para aprimorar rotinas, qualificar os serviços e ajustar a programação às expectativas dos visitantes”, observa Felipe.
Além dos serviços de agendamento e avaliação, há também um formulário do edital de chamamento de artistas, voltado à seleção de exposições de curta duração. “Artistas de Toledo e do Oeste do Paraná se inscrevem nesse edital para poder expor no museu. Uma comissão avalia as inscrições e seleciona os participantes”, explica o historiador, lembrando que o edital fica disponível apenas durante o período de inscrições, que se encerram em 28 de fevereiro.
Procura
A criação dos formulários online ocorre em um período de aumento significativo no fluxo de público. Apenas na primeira quinzena de 2026, mais de 100 pessoas visitaram espontaneamente o Museu Willy Barth. “Estamos recebendo muitas visitas espontâneas neste período de férias, com turistas, pais, mães e crianças vindo passear no museu”, relata Felipe.
Em 2025, o espaço recebeu mais de 5 mil visitantes. Com o retorno do calendário escolar, a expectativa é de intensificação das visitas guiadas de escolas, universidades e grupos organizados. “Com a volta às aulas, teremos muitas visitas guiadas de escolas, universidades e grupos de idosos”, projeta Felipe, reforçando a importância das ferramentas digitais para organizar a demanda.Atrações – Entre os fatores que impulsionam esse movimento estão as exposições em cartaz. Atualmente, o museu abriga uma mostra de curta duração com trabalhos de alunos do curso de desenho da Casa de Cultura de Toledo.
Já a exposição de longa duração, “Verso Municipal: Registros Históricos de Toledo na Década de 1980”, recria o cotidiano da época com objetos como televisores, rádios, telefones, computadores e máquinas de costura. “Nessa exposição recriamos um pouco da década de 1980 no Oeste do Paraná, com objetos desse período”, explica o historiador. “A escolha pelos anos 80 é devida à comemoração de 10 anos do prédio do museu, completados em outubro do ano passado, e aos 41 anos de atividades do museu, que iniciou suas atividades em março de 1984, mostrando objetos e tecnologias da época em Toledo e região”, acrescenta.
O espaço também oferece experiências interativas, especialmente atrativas para crianças, como o manuseio de objetos históricos (feito de forma orientada e segura), além de um espaço com livros de leitura e jogos educativos para o público infanto-juvenil. A exposição também conta com alguns animais taxidermizados e esqueletos que são bem populares entre as crianças. “Elas gostam muito de manusear objetos como telefone, máquina de escrever, rádio transmissor e máquina de costura. Elas ficam curiosas, e o manuseio é feito com segurança para os visitantes e para os objetos”, destaca Felipe.




















Procura-se: cartão da Pluxee em nome de Marta Regina Barbosa Davide, perdido nas proximidades do Lago Municipal de Toledo