Um novo levantamento da Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp) aponta continuidade da redução dos índices de criminalidade do Estado. Os homicídios dolosos caíram 30,4% entre janeiro e julho de 2025 (678 homicídios) na comparação com o mesmo período do ano passado (974 homicídios). Os roubos seguiram a mesma tendência, com 18,6% menos ocorrências dessa natureza na análise que confronta os mesmos recortes temporais, caindo de 10.967 para 8.926,.
"Nossas polícias continuam colhendo resultados de queda nos índices de criminalidade em todo o estado. Temos infraestrutura, preparo tecnológico, além de mais homens nos nossos efetivos e viaturas disponíveis. Todo esse aparato afeta a atuação da criminalidade no Paraná, o que faz com que a nossa população tenha mais segurança", ressalta o secretário da Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira.
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RJK MOBIOutros crimes também tiveram redução expressiva no comparativo dos primeiros sete meses deste ano com igual período do ano passado. Os furtos em geral caíram 5,5%, passando de 86.535 para 81.788, enquanto os roubos diminuíram de 10.967 para 8.926, numa queda de 18,6%. Já os furtos de veículos tiveram uma diminuição de 19,7%, indo de 6.642 para 5.334, e os roubos de veículos caíram 27,6%, com redução de 1.296 para 938 casos.
???São resultados expressivos e que mostram uma curva de tendência nos últimos anos, comprovando que estamos no caminho certo. Com maior integração das forças de segurança, valorização das pessoas, treinamento, tecnologia e estrutura, estamos conseguindo atacar de forma consistente e contínua o crime organizado, tornando o Paraná um dos estados mais seguros do País???, ressalta o secretário.
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O Estado do Paraná alcançou o maior volume de recursos da história destinado à segurança pública ??? passando de R$ 2 bilhões em 2018 para R$ 7 bilhões em 2025, abrangendo todas as forças de segurança: Polícia Militar (PMPR), Polícia Civil (PCPR), Polícia Penal (PPPR) e Polícia Científica (PCIPR) ??? sempre com apoio do Corpo de Bombeiros (CBMPR).
Atuando em conjunto, essas forças têm intensificado ações de patrulhamento, inteligência, investigações e repressão qualificada, apoiando-se em dados, planejamento e estratégia para a obtenção de resultados.
As apreensões de drogas também foram destaque no período, desferindo um forte golpe no crime organizado. Foram apreendidas nesse período 334,84 toneladas de maconha nos primeiros sete meses deste ano, contra 265,17 no ano passado. Um aumento de 26%. Em relação à cocaína, o aumento foi de 12,7% nas apreensões, passando de 3.087 quilos para 3.478 quilos. Houve também um grande aumento de apreensão de Ecstasy, de 127%, aumentando de 36.144 para 82.162 unidades nos sete primeiros meses deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado.