A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu 13 pessoas durante uma operação deflagrada na manhã desta terça-feira (15). A ação teve como alvo uma organização criminosa envolvida no tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro, que utilizava cidades do Sudoeste do Paraná como rota para a atividade ilegal. As diligências ocorreram simultaneamente em Francisco Beltrão, Manfrinópolis, Três Barras do Paraná e Chapecó, em Santa Catarina.
Outras 24 ordens judiciais de busca e apreensão foram cumpridas, além do sequestro de veículos e bloqueio de contas bancárias dos investigados.
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Coimbra PetShopAs investigações começaram em junho de 2023, após a apreensão de cinco toneladas de maconha em Francisco Beltrão. A PCPR identificou que o grupo trazia drogas da fronteira, armazenava na região Sudoeste do Paraná e distribuída para outros estados, especialmente Santa Catarina.
Durante a apuração, constatou-se que a organização movimentou mais de R$ 52 milhões por meio de contas bancárias de familiares e de empresas ligadas aos setores de alimentação, entretenimento, produtos de beleza, hotelaria e transporte sediadas em Francisco Beltrão. O líder do grupo residia em um imóvel de alto padrão e utilizava laranjas para registrar seus empreendimentos.
Em fevereiro deste ano a Polícia Civil de São Paulo apreendeu mais uma carga de cinco toneladas de maconha, escondida em meio a sacos de farinha de trigo, desdinada ao estado de Goiás. No mês de março, um casal, que seria o comprador da maconha, foi preso em Goiânia pela Polícia Civil do Distrito Federal.
A delegada da PCPR Franciela Alberton ressalta a atuação para ocultar a origem ilícitas do dinheiro. ???Esse casal usava contas bancárias pertencentes a duas pessoas jurídicas distintas para dissimular e movimentar os valores provenientes do tráfico de entorpecentes. A investigação apontou que uma destas contas foi usada para pagamento da droga fornecida pela organização criminosa estabelecida em Francisco Beltrão???, afirma.
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No início de abril, uma terceira apreensão, com 2,8 toneladas de maconha, um fuzil e uma pistola, foi realizada pela PRF em Minas Gerais. O material estava em um caminhão pertencente a uma das empresas ligadas ao grupo.