Paraná, 11 de fevereiro de 2026 – No dia 11 de fevereiro, o mundo celebra o Dia Internacional das Meninas e Mulheres na Ciência, data instituída pela ONU para reconhecer o papel fundamental das mulheres no avanço científico e chamar atenção para a necessidade de ampliar a participação feminina em áreas estratégicas como pesquisa, inovação e tecnologia. Na Prati-Donaduzzi, uma das maiores indústrias farmacêuticas do país, esse protagonismo já é uma realidade: mais de 60% do quadro de colaboradores é composto por mulheres, incluindo posições nas áreas de pesquisa e liderança.
A presença feminina em laboratórios, centros de pesquisa e áreas de inovação tem sido decisiva para o avanço de estudos, o desenvolvimento de novos medicamentos e a ampliação do acesso a tratamentos mais eficazes e seguros. Amanda Moscibroski, pesquisadora-chefe farmacotécnica da Prati-Donaduzzi, é um dos exemplos desse movimento dentro da companhia.
“Lidero uma equipe dedicada ao desenvolvimento de novas formulações de medicamentos, tanto para uso humano quanto veterinário. Isso envolve um processo rigoroso de pesquisa e desenvolvimento, desde a experimentação laboratorial e a seleção de excipientes ideais, passando pela otimização de processos produtivos, até a validação para o lançamento no mercado. Em essência, transformamos o conhecimento científico em produtos farmacêuticos acessíveis e de alta qualidade”, conta.
Os exemplos de outras mulheres na ciência inspiraram a trajetória da pesquisadora desde os primeiros anos na escola, quando se apaixonou pelos laboratórios e suas vidrarias, até a formação acadêmica e o início da carreira na indústria farmacêutica.
“Na universidade, minhas professoras eram exemplos de sucesso e alegria na ciência, mostrando o futuro que eu almejava: competente, realizada e com propósito. O passo decisivo foi meu estágio na Prati-Donaduzzi, onde conheci a Dra. Carmen. Sua simplicidade, humildade e vasto conhecimento solidificaram minha paixão pela
indústria farmacêutica, um campo de ciência, cuidado e inovação”, lembra. “Vejo que cada passo da minha jornada foi moldado por essas mulheres. Elas me mostraram o poder da ciência e da dedicação”, completa.
A especialista também destaca o crescimento da presença feminina nas salas de aula e nos laboratórios. “No Brasil, as mulheres já superam a presença masculina em diversas etapas da carreira científica. Somos maioria no ensino superior e na pós-graduação, especialmente em áreas como Ciências da Saúde, Biológicas e Humanas. Essa liderança feminina se estende a um nível global: o país se destaca por ter uma das mais altas proporções de mulheres pesquisadoras ativas no mundo, chegando a quase 50% da força de pesquisa”, explica.
Na Prati-Donaduzzi, as funcionárias contam com uma série de benefícios que ajudam no desenvolvimento profissional. A empresa investe na qualificação, oferecendo cursos e financiando estudos de graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado, em parceria com universidades. Além disso, disponibiliza recursos e tempo para que os colaboradores conduzam pesquisas e projetos de ensino, o que impulsiona a constante evolução da equipe e consolida a empresa como referência científica no setor.
Iniciativas que despertam o interesse de crianças e adolescentes pela ciência também contribuem para abrir portas para meninas interessadas em ingressar na ciência. Um exemplo é o Clube da Ciência Biopark Educação - desenvolvido pelo parque tecnológico fundado pelos mesmos criadores da indústria farmacêutica Prati-Donaduzzi. O projeto convida jovens de 4 a 17 anos a participarem de atividades semanais nos laboratórios de Ciência, Inovação, Programação e Robótica, durante o contraturno escolar.
Ao apoiar projetos educacionais e ações voltadas à formação científica, empresas do setor farmacêutico contribuem não apenas para a equidade de gênero, mas também para o fortalecimento do ecossistema de inovação do país, formando profissionais mais preparados para os desafios do futuro.