Na última sexta-feira, 24 de maio, o professor acusado de cyberbullying e armazenamento de pornografia infantil em Toledo foi liberado da prisão. A decisão veio do Juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Toledo, que concedeu liberdade provisória com a condição de uso de tornozeleira eletrônica.
Um inquérito policial está sendo realizado pela 20ª Subdivisão Policial de Toledo (20ª SDP) e tem prazo para o seu encerramento. Ele foi preso no dia 22 de maio em poder de material pornográfico infantil. As investigações sobre o caso seguem em curso e uma nova solicitação de prisão pode ser solicitada. O indivíduo ficou preso por dois dias.
Academia Champs Fit: treine 14 meses pagando só 13
Promoção por tempo limitado. Ganhe 1 mês extra ao fazer plano anual co...
Academia Champs Fit
Alfa Agência Local: mídia indoor estratégica em Toledo
Alcance o público certo com TVs em locais de grande circulação. Gestão...
Alfa Agência Local
Muffatão Auto Center: pneus com até 7% de desconto no Pix
Economize na troca dos pneus e pague em até 10x no cartão. Ofertas par...
Muffatão Auto Center
Bless Clínica Veterinária: vacinação contra gripe para pets
Proteja seu pet da gripe com vacinas seguras e atendimento 24h especia...
Bless Clínica Veterinária
Reforço escolar em português e matemática
Acompanhamento escolar individualizado para crianças. Resultados visív...
Centro de Desenvolvimento Posso Mais
Nissan Ninja Toledo: Novo SUV KAIT Sense 2026 com taxa 0%
Novo KAIT Sense a partir de R$ 129.990 e 1ª parcela só em 30 dias. Ofe...
Nissan Ninja ToledoO Ministério Público do Paraná (MPPR) solicitou conversão da prisão em flagrante efetuada pela Polícia Civil de Toledo em prisão preventiva, no entanto o pedido não foi acatado e o Juízo da 2ª Vara Criminal, a qual concedeu o benefício da tornozeleira eletrônica.
Nas redes sociais circulam informações de que o professor que atua em um Colégio particular do município teria voltado ao trabalho, no entanto tais informações ainda não foram confirmadas oficialmente.
No documento de soltura, a juíza da 2ª Vara Criminal da Comarca de Toledo, Vanessa D'Arcangelo Ruiz Piracchini deu a seguinte alegação para a soltura do indivíduo. ???Diante da gravidade dos fatos apurados até o momento, o entendimento seria de que o caso indicaria uma prisão preventiva, todavia diante das alterações legislativas, o autuado não preenche os requisitos legais da segregação cautelar. Isso porque o crime pelo qual foi preso possui pena máxima de quatro anos e trata-se de réu primário???.
Vale ressaltar que tanto o Ministério Público quanto a Polícia Civil de Toledo pediram a manutenção da prisão do referido professor.
Peça CPF na nota e concorra a prêmios
Participe dos sorteios mensais de dinheiro e acompanhe suas notas com praticidad...
Humana Saúde Sul: Plano com carência zero este mês
Cuidado integral com consultas e exames simples sem carência. Aproveite a condiç...
Eixão do Desenvolvimento: Conexão Biopark-Toledo
Nova via revoluciona mobilidade e potencializa o crescimento do Biopark
Sorriso Toledo: Mais segurança com reconhecimento facial
Mais segurança e benefícios garantidos! Recadastre-se agora na Loja Passe Bem
Mais
Entenda o caso
O professor em questão foi preso no dia 22 de maio por cyberbullying e armazenamento de pornografia infantil, em Toledo. Ele foi professor da rede pública através de Processo Seletivo Simplificado (PSS) e atualmente atuava em entidades de ensino particular em Toledo e Marechal Cândido Rondon.
Na ocasião, a prisão ocorreu após denúncias de que o professor cometia cyberbullying utilizando contas criptografadas no Instagram e na internet como um todo. A denúncia teria partido de um pai de uma jovem aluna que teve a sua imagem denegrida por ele em páginas criadas com esse intuito.
Diversos itens foram apreendidos em sua residência, tais como notebooks, pendrives, HDs externos e outros.
Em uma verificação rápida ficou constatado que além do cyberbullying, ele armazenava milhares de conteúdos contendo pornografia infantil (fotos e vídeos), sendo de crianças e adolescentes praticando atos sexuais com menores de idade ou com adultos. De acordo com o delegado-chefe da 20ª SDP, Alexandre Macorin, as cenas encontradas nos vídeos e fotografias eram degradantes para as crianças e jovens.
As investigações prosseguem para entender se ele repassava ou comercializava esse conteúdo e para quem o distribuía. Ainda não foi possível identificar se ele também produzia as fotos e vídeos e somente uma perícia mais detalhada poderá afirmar isso com convicção, no entanto relatos de testemunhas indicam que ele trazia jovens para a sua residência.
O indivíduo já foi investigado por crimes similares em 2019, quando o pai de uma jovem o denunciou.