A queda de uma árvore de grande porte interditou parte da Rua Almirante Barroso, no trecho entre os cruzamentos com as ruas XV de Novembro e Largo São Vicente de Paulo, no Centro de Toledo, após as fortes chuvas registradas na noite de segunda-feira, dia 01º de dezembro. Segundo a Defesa Civil, parte da estrutura da árvore cedeu por volta das 21h30 e atingiu a rede elétrica, o que obrigou a Guarda Municipal (GM) a bloquear a via por motivo de segurança. A remoção não pôde ser iniciada no mesmo dia porque havia risco de energização na fiação, tornando necessária a intervenção da Companhia de Energia do Paraná (Copel) antes de qualquer ação operacional.

Com o local seguro, as equipes retornaram na manhã desta terça-feira (02) para iniciar o trabalho de supressão. De acordo com o responsável pela operação, o serviço exige extrema cautela devido à instabilidade da árvore e ao risco para os trabalhadores. A via permanece totalmente interditada e o tráfego está proibido até que a remoção seja concluída. A Defesa Civil reforça que os moradores não tentem passar pelo bloqueio e utilizem rotas alternativas, uma vez que a prioridade é garantir a integridade dos profissionais e da população. A previsão inicial de conclusão do serviço varia entre às 16h00 e às 18h00, podendo haver alteração conforme as condições do local.

O procedimento envolve uma equipe numerosa, composta por operador de guindaste, operador de motosserra e trabalhadores responsáveis pela retirada dos galhos e alimentação do triturador. Segundo a Defesa Civil, trata-se de um trabalho árduo, que demanda equipamentos específicos e atenção permanente à segurança.

Além da ocorrência na Rua Almirante Barroso, a chuva provocou outra queda de árvore em via pública e alagamentos pontuais na cidade. As áreas atingidas estão sendo registradas e mapeadas no sistema municipal para acompanhamento periódico, mas não houve episódios de maior gravidade. A queda da árvore também deixou residências e estabelecimentos comerciais sem energia elétrica na região afetada, situação que deve ser normalizada após a conclusão da supressão e a atuação da Copel no restabelecimento da rede.
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Equipes da Secretaria Municipal do Meio Ambiente também estiveram no local acompanhando a situação. O coordenador de recuperação de áreas degradadas, Vinícius Fernandes Apolinários, explicou que as árvores da Almirante Barroso são antigas, com aproximadamente 50 anos, e já estavam em monitoramento devido ao avanço natural do ciclo de vida. Algumas delas passaram por vistorias anteriores e estavam novamente em processo de reavaliação. As equipes realizam agora uma nova análise para definir quais necessitam de poda, monitoramento contínuo ou remoção.

Caso seja confirmada a necessidade de remoção definitiva, a Secretaria do Meio Ambiente encaminhará a demanda para a Secretaria de Infraestrutura realizar o procedimento. Após isso, a responsabilidade pelo replantio recai sobre os proprietários dos imóveis, seguindo as espécies recomendadas no Plano Municipal de Arborização Urbana. Na via, a espécie original, Tipuana, deve ser priorizada sempre que possível. Entretanto, apenas o lado da rua sem fiação elétrica é adequado para receber árvores de grande porte, já que a presença da rede inviabiliza o replantio da mesma espécie no lado oposto.
