O Paraná se destaca nas medidas de proteção por meio da vacinação das mulheres grávidas a partir da 28ª semana de gestação contra o vírus sincicial respiratório, com o objetivo de proteger os bebês nos primeiros meses de vida. O imunizante contra o vírus sincicial respiratório (VSR) passou a ser disponibilizado em dezembro de 2025, período em que foram aplicadas 17.847 doses. Já em 2026, o Estado contabiliza 34.883 aplicações, considerando a ampliação da oferta e da vacinação ao longo dos três primeiros meses do ano.
A cobertura vacinal chegou a 89,24% no Estado até março de 2026. O imunizante é aplicado em dose única e tem como objetivo proteger o bebê no período de maior vulnerabilidade para doenças como bronquiolite e pneumonia. Ao ser vacinada, a gestante transfere anticorpos ao feto por meio da placenta, reduzindo o risco de formas graves da doença.
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A bronquiolite é uma das principais causas de internação respiratória em bebês no Paraná. Segundo a Diretoria de Contratualização e Regulação da Secretaria de Estado da Saúde, os atendimentos por bronquiolite no Estado apresentam comportamento sazonal, com aumento nos meses mais frios do ano. Em 2025, os maiores volumes de procedimentos relacionados à doença foram registrados entre maio e agosto. O pico ocorreu em junho, com 888 atendimentos hospitalares registrados no Estado.
O principal causador da doença é o vírus sincicial respiratório (VSR), uma das maiores causas de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em bebês, principalmente nos menores de seis meses. A infecção pode começar com sintomas leves, semelhantes a um resfriado, mas em alguns casos evolui rapidamente para quadros mais graves, que podem exigir internação hospitalar.
Outra estratégia importante no combate à bronquiolite é o uso do nirsevimabe, um anticorpo monoclonal que oferece proteção direta contra o vírus. Pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o imunizante é destinado a dois grupos prioritários: recém-nascidos prematuros, com idade gestacional de até 36 semanas e 6 dias, e crianças de até 23 meses que apresentem comorbidades, como cardiopatias congênitas, doenças pulmonares crônicas ou imunocomprometimento grave, e está disponível nas maternidades.
Desde fevereiro de 2026, já foram aplicadas 2.856 doses de nirsevimabe 50 mg e 1.222 doses de nirsevimabe 100 mg no Paraná. A orientação da Secretaria da Saúde é que pais e responsáveis procurem a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para verificar a elegibilidade e garantir a proteção das crianças.
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Agência Mirelly FashionO secretário de Estado da Saúde, César Neves, reforça o alerta para a proteção de bebês e crianças pequenas, público mais suscetível a complicações. Segundo ele, é importante que o Paraná avance cada vez mais na proteção das crianças, especialmente neste período de maior circulação de vírus respiratórios. “Estamos ampliando o acesso à imunização e fortalecendo as estratégias de prevenção para reduzir casos graves e internações”, afirmou.
A diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes, reforça que a imunização ajuda a reduzir complicações causadas pelos vírus respiratórios, especialmente entre bebês e crianças. “O Estado acompanha continuamente o cenário das doenças respiratórias e organiza a rede de atendimento para este período do ano. A vacinação de gestantes e crianças, aliada às medidas de prevenção, ajuda a reduzir casos graves e internações”, disse.
Outras medidas de proteção
Além da proteção específica contra o VSR, a Secretaria da Saúde (Sesa) também reforça a importância de manter a vacinação de rotina em dia, especialmente contra a gripe (influenza) e Covid-19. No Paraná, já foram aplicadas 1.352.341 doses da vacina contra a influenza, ampliando a cobertura entre os públicos mais vulneráveis.
A vacinação contra a Covid-19 também integra esse cuidado. O imunizante está disponível para gestantes em qualquer idade gestacional e ajuda a proteger tanto a mãe quanto o bebê. A vacinação em gestantes permanece mais baixa, com índice de 29,21%, o que reforça a orientação para que esse público procure as Unidades Básicas de Saúde e mantenha a carteira vacinal atualizada durante a gestação.
Crianças de 6 meses a menores de 5 anos também devem ser vacinadas, com esquema de três doses, aplicadas aos 6, 7 e 9 meses.
“A aplicação da vacina durante a gestação é uma forma de proteger o bebê ainda nos primeiros meses de vida. Por isso, é importante que as gestantes mantenham o calendário vacinal atualizado e procurem os serviços de saúde”, afirma Virgínia Dobkowski Franco dos Santos, chefe da Divisão de Vigilância do Programa de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde.
A Sesa orienta medidas simples para evitar a transmissão de vírus respiratórios, como higienizar as mãos com frequência, evitar contato com pessoas com sintomas gripais, manter os ambientes ventilados e evitar aglomerações com recém-nascidos.
Com a chegada das temperaturas mais baixas, a orientação é redobrar os cuidados e ficar atento aos sinais de alerta, como dificuldade para respirar, chiado no peito e recusa alimentar. Nesses casos, é essencial buscar atendimento de saúde o quanto antes.