O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, exigiu nesta terça-feira (5), na Cúpula do Clima da África, que ocorre em Nairobi, no Quênia, que os países desenvolvidos cumpram as suas promessas no combate à crise climática, que atinge desproporcionalmente o continente.
nn"Esse continente é responsável por apenas 4% das emissões globais, mas sofre alguns dos piores efeitos do aumento das temperaturas: calor extremo, inundações implacáveis e dezenas de milhares de mortes devido a secas devastadoras", afirmou Guterres em discurso na abertura do segundo dia do encontro, promovido pelo governo queniano e pela União Africana (UA).
Expresso Nordeste: conforto exclusivo na rota Toledo-SP
Viaje Leito Cama com poltronas reclináveis e compre fácil no WhatsApp ou site.
George Company Terraplanagem: eficiência e segurança na obra
Orçamento rápido e serviço adaptado ao seu projeto. Qualidade e cumprimento de p...
Top Jeans: jeans a partir de R$ 59,99 em Toledo
Variedade para todos os estilos e tamanhos. Aproveite já os melhores preços!
Viabilize: referência contábil desde 2004 em Toledo
Atendimento personalizado e suporte completo para empresas em todas as etapas
Mais
O secretário da ONU afirmou que, mesmo assim, "ainda é possível evitar os piores efeitos" da crise climática, embora seja necessário um "salto qualitativo" na "ação climática" e mais "ambição", especialmente por parte dos países desenvolvidos, que devem reduzir suas "emissões líquidas para perto de zero" até 2040.
nnOs países desenvolvidos devem também "cumprir a promessa" de destinar US$ 100 bilhões por ano aos países em desenvolvimento, o que permitirá às nações africanas garantir o acesso a sistemas de eletricidade verde a preços acessíveis e criar sistemas de alerta precoce para fenômenos meteorológicos extremos.
nnGuterres apelou igualmente à "correção do rumo do sistema financeiro global", garantindo um "mecanismo eficaz de alívio da dívida" a taxas acessíveis.
nn"O sistema financeiro mundial tem de ser um aliado dos países em desenvolvimento na condução de uma transição ecológica justa e equitativa que não deixe ninguém para trás", acrescentou, antes de destacar o potencial de África para se tornar "um líder mundial em energias renováveis".
Rentabilizze Investimentos: crédito de R$500 mil para seu imóvel
Conquiste seu imóvel investindo só R$1.397 por mês até a contemplação....
Rentabilizze Investimentos
Curso de modelo e manequim em Toledo
Agência Mirelly Fashion abre inscrições aqui na cidade! Saiba mais
Agência Mirelly Fashion
Alfa Agência Local: mídia indoor estratégica em Toledo
Alcance o público certo com TVs em locais de grande circulação. Gestão...
Alfa Agência Local
Aproveite ofertas no Mês do Consumidor na Haka Comércio de Cadeiras
Cadeiras ergonômicas e modernas para seu escritório
Haka Comércio de Cadeiras
Indique amigos e concorra a uma TV na Academia Champs Fit
Ganhe um cupom por cada indicação com matrícula. Promoção válida até 3...
Academia Champs Fit
Posso Mais completa 02 anos em Toledo
Atendimento personalizado que respeita o ritmo de cada criança. Poucas...
Centro de Desenvolvimento Posso Mais"A África tem 30% das reservas minerais essenciais para as tecnologias renováveis e de baixo carbono, como a energia solar, os veículos elétricos e as baterias", lembrou.
nnA abertura do segundo dia da cúpula, que vai até esta quarta-feira (6), contou ainda com a presença do presidente da Comissão da UA, Moussa Faki Mahammat, da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, do presidente do Quênia, William Ruto, do presidente das Comores e chefe rotativo da UA, Azali Assoumani, e do primeiro-ministro egípcio, Mostafa Madbouly.
nnNo final do encontro, de que participam mais de 20 chefes de Estado e de Governo africanos, bem como líderes de organizações internacionais, deverá ser divulgada a "Declaração de Nairobi", que procura articular uma posição africana comum a ser levada a diferentes fóruns mundiais.
nnOs líderes africanos querem construir uma perspectiva unificada que defenderão na Cúpula do clima (COP28) em Dubai, prevista para o fim do ano, na assembleia-geral da ONU e junto do G20 ou instituições financeiras internacionais.
n