Um incidente de violência doméstica ocorreu no Jardim Maracanã, no sábado, 28. Uma mulher e sua filha adolescente foram agredidas por um marido alcoolizado, desencadeando uma série de eventos que levaram à prisão do agressor.
Por volta das 19h52, uma equipe policial militar recebeu um chamado via SADE MOBILE para se dirigir à Rua Nilo Cairo, no Jardim Maracanã, onde a solicitante informava que seu marido a havia agredido, assim como sua filha menor de idade. A solicitante relatou que o marido estava alcoolizado e agressivo no local.
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Centro de Desenvolvimento Posso MaisAo chegarem ao endereço mencionado, a equipe policial conversou com a solicitante, que explicou que a discussão havia começado momentos antes. A causa da discussão foi o fato de sua filha adolescente ter passado a tarde trancada em casa, sem acesso às chaves da residência e do portão, pois seu esposo a havia levado consigo a um bar, onde permaneceu por um longo período. Quando a solicitante indagou o motivo desse comportamento, o marido se tornou agressivo, puxando seus cabelos com violência e a jogando ao chão. Em seguida, ele partiu em direção à filha, tentando tirar o celular dela, uma vez que a adolescente estava gravando o comportamento agressivo do pai em relação à mãe. O marido segurou com força a blusa da adolescente na região do pescoço e deu um tapa em sua mão que segurava o celular.
?? importante ressaltar que, embora as vítimas não apresentassem sinais visíveis de agressão física, a adolescente havia gravado um vídeo que capturou claramente a ação violenta do pai. No momento da chegada da equipe policial, o marido estava na garagem da residência, demonstrando sinais visíveis de consumo de bebida alcoólica. Ele foi abordado e não foram encontrados objetos ilícitos em sua posse.
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O agressor foi detido no local e informado de sua condução à Delegacia de Polícia. Ele foi transportado com o uso de algemas devido a alegar problemas na coluna, o que o impedia de permanecer dentro do compartimento fechado da viatura, seguindo as diretrizes da súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal (STF).
Tanto as vítimas quanto o agressor foram conduzidos à Delegacia de Polícia para a confecção da documentação pertinente. Foram utilizadas viaturas separadas com o apoio de uma equipe extrajornada para garantir a segurança de todos os envolvidos. Além disso, as vítimas foram informadas sobre o direito de solicitar medidas protetivas de urgência e sobre a rede de assistência disponível, incluindo o Núcleo Maria da Penha (Numape).
Por fim, as partes foram orientadas quanto aos procedimentos a serem adotados pela equipe policial, e o vídeo da agressão, fornecido pela vítima, foi encaminhado à Polícia Civil (PCPR) como evidência.