O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da UTFPR campus Toledo realizou no último sábado, 13 de setembro de 2025, a Atividade Formativa sobre Letramento Racial, um evento gratuito e aberto ao público que promoveu discussões sobre educação antirracista. A iniciativa é fruto de uma parceria do NEABI com a estudante de Direito da PUCPR-Toledo , Ellza Mayla dos Santos Guedes, que coordena voluntariamente o projeto de extensão Atunwaye: contando as histórias e agindo na luta antirracista.
O evento, que contou com a participação de aproximadamente 30 pessoas, incluindo estudantes e servidores de diversas instituições, foi financiado por uma Emenda Parlamentar da Deputada Federal Carol Dartora, destinada aos NEABIs (Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas) da UTFPR. Mayla Guedes fez a fala de abertura, destacando que o projeto Atunwaye atua no enfrentamento ao racismo estrutural e busca a valorização da cultura e saberes afro-brasileiros, além de atuar como um espaço de reivindicação de dignidade e memória.
Palestras e mesas-redondas
A programação do evento começou com a palestra "Construindo leituras críticas sobre Letramento Racial", ministrada por José Lúcio da Silva Machado, que é professor da UTFPR campus Francisco Beltrão e pesquisador da história da população negra no Paraná. Ele ressaltou que o evento reafirma o compromisso da UTFPR com a equidade e a formação cidadã, destacando a importância do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas.
Em seguida, uma mesa-redonda discutiu temas como as "produções afro-diaspóricas de saúde" e o lugar da "História da África na educação básica". A mesa contou com a participação de Ana Beatriz Francisco de Melo, psicóloga e professora da PUCPR-Toledo , e João Batista Rodrigues Lopes, professor da rede pública e pesquisador sobre a história da África.
Avaliação e futuros debates
O público presente avaliou positivamente a atividade, ressaltando a relevância do tema e a necessidade de mais eventos do tipo. Vários temas foram sugeridos para futuras ações, como o sistema de cotas, diversidade cultural, história da África e racismo no trabalho, o que demonstra a amplitude de assuntos a serem debatidos.
Os participantes também compartilharam suas experiências, como a psicóloga Telma Beiser de Melo Zara, que expressou gratidão por adquirir conhecimento e ouvir histórias de outras pessoas. Sara Mineiro Florindo, estudante da UTFPR, destacou a necessidade de aprofundar essas discussões no meio acadêmico. Para o estudante Carlos Vinícius, também membro do NEABI-TD, o evento "foi um marco na UTFPR-Toledo " e foi importante para dar voz a pessoas que antes não se sentiam à vontade para debater o tema.
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O sucesso do evento reforça o compromisso do projeto Atunwaye em ser uma ponte entre instituições para a promoção da equidade racial, promovendo diálogos e reflexões para a construção de uma sociedade mais justa.