Novos quatro anos pela frente, e no centro das prioridades da gestão do reitor Alexandre Webber, em parceria com o vice-reitor Gilmar Ribeiro de Mello, estão o compromisso de dar continuidade e manter a disposição para seguir com ações resolutivas e eficazes na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste).
Alexandre e Gilmar foram mantidos pela expressiva maioria à frente da reitoria, dos 6.804 votos válidos, 5.201 aprovaram o trabalho realizado pela gestão que agora continua, mas com novas prioridades e pensando principalmente em valorizar a universidade e em manter o acadêmico na Unioeste.
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Dra. Luciana Menezes De AzevedoA expectativa é de consolidação do que já foi realizado e principalmente de mais conquistas para a Universidade Estadual do Oeste do Paraná e o Hospital Universitário. Confira o que Alexandre e Gilmar esperam dessa nova gestão que começa agora:
1. Chegamos ao início de uma nova gestão; o que muda agora? Quais as prioridades?
Alexandre
Prioridade muito forte na Assistência estudantil, é preciso um diálogo forte com as coordenações de cursos para fortalecer as graduações, é preciso uma atenção especial para esse público, nesse momento a assistência estudantil é uma das questões fundamentais. Felizmente estamos em uma boa fase de investimentos, precisamos planejar para que atendam todos os campus e estrutura da Universidade e Hospital Universitário, para que a gente possa se preparar para esse momento fundamental de diálogo com a sociedade.
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Gilmar
Nós desde o início da gestão anterior definimos papéis, e dentro dessa lógica a vice-reitoria trabalhou na busca pela organização da parte administrativa, dando um pouco de liberdade para o Professor Alexandre fazer a parte instituição, relações com o governo e nós focamos nisso e criamos grupos de trabalho. As coisas na área da gestão avançaram bastante, existem questões em andamento e outras que precisam continuar seguindo nesse acordo que temos com o Professor Alexandre.
2. Pensando em longo prazo, qual o projeto para a Unioeste?
Alexandre
Nós ajustamos uma série de resoluções nos últimos quatro anos e precisamos continuar nesse avanço. Esse ano nós precisamos fazer a discussão do regimento da Universidade e continuar avançando nas nossas resoluções internas e lutando sempre para avançar em regras e decretos governamentais que refletem diretamente na Universidade, no ensino, pesquisa, extensão e inovação. A pesquisa precisa sair de dentro da Universidade e chegar para quem precisa e vejo dois caminhos muito fortes para isso acontecer: através da extensão, com a curricularização, e através da agência de inovação que vai fazer a conversa com outro setor da sociedade. A universidade precisa estar focada também na capacitação dos professores, nossas licenciaturas precisam aumentar o diálogo com a secretária de educação do estado, nossa universidade pode ter esse papel fundamental na capacitação dos nossos profissionais.
Gilmar
Existem quatro frentes que são prioritárias. Nós temos algo muito importante que é o processo de implantação do e-protocolo, como por exemplo na área da saúde. Também temos o grupo de trabalho nas resoluções que também é uma prioridade desde o início da gestão anterior que nós trabalhamos nessa atualização, organização e ajustes. São muitas questões a serem tratadas. Tem a parte de gestão que envolve organização dos processos, principalmente na parte administrativa financeira e agora, como carro-chefe do gabinete e que começamos nos últimos anos e queremos avançar mais: na identificação e busca de soluções tecnológicas para nossos problemas, ou seja, melhorar a informatização da universidade. Nosso objetivo é chegar no fim dos próximos 4 anos é ter uma Unioeste mais informatizada, mais tecnológica que resolve várias questões de gestão.
3. Qual a sua visão a respeito do papel que a Unioeste tem hoje na sociedade regional e também em âmbito nacional?
Alexandre Webber
A Unioeste mostrou seu papel fundamental durante a pandemia, através do nosso Hospital Universitário, além do maior projeto de extensão do Paraná que já aconteceu com todas as universidades estaduais fez com que estivéssemos mais próximos da sociedade. Agora a Agência de Inovação também tem o papel de dialogar com a sociedade, as universidades saíram dos seus muros, foram para as ruas, discutir, dialogar, participar de feiras e eventos que foram fundamentais, mas é preciso agora entender também: quem é o nosso aluno? O que nosso aluno deseja? Não dá mais para dizer "sempre foi assim", precisamos discutir nossa própria formação da graduação para que seja atrativa para a juventude de hoje. A Unioeste tem esse papel de transformação na região.
Gilmar
Nós avançamos muito. Se fomos comparar como pegamos quatro anos atrás a universidade e agora como terminamos o primeiro mandato, foram muitas ações nesse sentido, lideradas pelo Professor Alexandre, graças a essa divisão de atividades que fizemos, o fortalecimento dos setores. Além, claro, dos nossos projetos que mostram para a sociedade o real papel da universidade. Os nossos projetos desenvolvidos por professores e alunos fazem com que consigamos avançar. Nós, que estamos na Unioeste sabemos nosso papel, mas é preciso que a sociedade perceba as respostas que damos de forma direta. E nós vamos conseguir trabalhar ainda melhor esse estreitamento com a expectativa de recursos e investimentos que temos.
4. Cada campus da Unioeste é essencial para que o trabalho seja realizado da melhor maneira, a parceria com diretores e pró-reitores fará a diferença?
Alexandre Webber
Estou muito animado. Continuo entendendo que os cinco campi da Unioeste e o Hospital Universitário vão andar juntos. O Hospital Universitário tem um papel fundamental na saúde pública da região, acredito que nos próximos quatro anos vai ser a consolidação e uma ampliação muito grande atendendo os anseios da sociedade. Os campi da universidade, com cinco direções, junto com reitoria, pró-reitorias, assessorias, vamos trabalhar em conjunto para conseguir os avanços para a Unioeste e mais do que isso para sociedade. Esse ano, nós vamos ter, depois de muitos anos, até o meio do ano a primeira leva de servidores novos da instituição, e também fazer um diagnóstico muito preciso de professores, entender quais as principais necessidades para termos uma conversa com o governo do estado propondo uma transição diferente da que vem acontecendo da lei geral das universidades.
Gilmar
A gente tem esse apoio das direções, dos campi, nós precisamos fortalecer isso. Nós temos facilidade em lidar com esse trabalho conjunto, sempre pensando na universidade como uma só. O crescimento de um campus é o crescimento da universidade. Precisamos ouvir para termos as melhores respostas e aplicar recursos. As novas direções que chegam estavam sempre próximas na gestão passada, tenho muita tranquilidade em falar que os próximos quatro anos serão de uma gestão tranquila, com mais perspectiva de recursos. Temos tudo desenhado para termos a melhor gestão que a universidade já teve. Claro que é preciso materializar isso.
E para finalizar, perguntamos ao reitor Alexandre Webber: O que acadêmicos, servidores, professores e sociedade em geral podem esperar dessa nova gestão?
Alexandre Webber: Uma gestão de muito trabalho, nós lutamos pela carreira dos agentes, conseguimos uma boa reformulação na carreira dos docentes e agora é hora de colocarmos todas as forças para fortalecer a assistência estudantil e toda a estrutura de apoio da universidade aos nossos acadêmicos. Nosso foco principal nesse momento é fortalecer a presença do aluno dentro da universidade e esperar o que aconteceu na primeira gestão: diálogo e construção coletiva para que fique mais forte na sociedade.