A população mundial atingirá a marca de oito bilhões de pessoas no mês que vem. A ONU adverte para que o mundo não se envolva em "alarmismo populacional" e concentre energias em ajudar mulheres, crianças e pessoas mais vulneráveis às alterações demográficas.
nnO crescimento populacional tem sido tema de debate para muitos analistas, especialmente porque terá impacto em um mundo que já enfrenta desigualdades, crise climática, deslocamento e migração alimentadas por conflitos, dizem.
nnA diretora executiva do Fundo de População da ONU (UNFPA), Natalia Kanem, se diz contrária a esse discurso alarmista: sei que este momento pode não ser celebrado por todos. Alguns expressam preocupações de que o nosso mundo está superpovoado, com muitas pessoas e recursos insuficientes para sustentar todas as vidas. Mas estou aqui para dizer claramente que o grande número de vidas humanas não é motivo de medo".
nnEm declarações citadas pelo jornal britânico The Guardian, Natalia pede que os países se concentrem em ajudar as mulheres, crianças e pessoas marginalizadas que são mais vulneráveis às mudanças demográficas.
Transportadora Nova Santa Rosa amplia frota e abre vagas
Setor em expansão: envie seu currículo e faça parte de uma empresa líder no tran...
Sicredi: 45 anos impulsionando o agro com parceria
Atendimento próximo e soluções financeiras para o produtor rural crescer no camp...
S.O.S Lavadoras: manutenção rápida de lavadoras ou geladeiras
Preços acessíveis. Orçamento fácil pelo WhatsApp.
Bless Clínica Veterinária: atendimento 24h com especialista
Emergências atendidas a qualquer hora. Consulta com mesmo valor do dia.
Mais
A diretora do fundo relembra que, caso os governos se concentrem apenas nos números, correm o risco de impor controles populacionais, caminho que a História já mostrou ser "ineficaz e até perigoso".
nn???De campanhas de esterilização forçada a restrições ao planejamento familiar e contracepção, ainda vivemos o impacto duradouro de políticas destinadas a reverter ou, em alguns casos, acelerar o crescimento populacional???, observou Natalia Kanem.
Tolemalhas: conforto e estilo para sua equipe no frio
Peças personalizadas e à pronta entrega para empresas e eventos. Pedid...
Tolemalhas
Positano Móveis Planejados: Soluções Sob Medida para Seu Lar
Transforme ambientes com projetos personalizados e condições de pagame...
Positano Móveis Planejados
Academia Champs Fit: brinde surpresa para novos alunos
Matricule-se até 30/06 e ganhe um brinde surpresa na contratação do pl...
Academia Champs Fit
Master Guincho Toledo: Suporte rápido 24h para imprevistos
Atendimento ágil em Toledo e região sempre que precisar, com tranquili...
Master Guincho
Precisa de visibilidade na sua campanha eleitoral?
A Placa Mídia te ajuda! Comunicação visual com qualidade e agilidade
Placa Mídia
Conheça o Residencial Carmel da Prati Empreendimentos
Home Club com lazer completo e localização valorizada, próximo ao Lago...
Prati Empreendimentos"E não podemos repetir as violações flagrantes aos Direitos Humanos que roubam as mulheres de sua capacidade de decidir se ou quando engravidar, se é que o fazem. O alarmismo populacional apenas distrai do foco principal", disse.
nnA ONU estima que cerca de 60% das pessoas no planeta vivem em países com níveis de natalidade abaixo do nível de reposição das gerações anteriores, onde ocorre uma média de 2,1 nascimentos para cada mulher.
nnEsta percentual contrasta com a taxa de fecundidade de oito países, como a Nigéria, Etiópia e Filipinas, que deverão responder por metade de todo o crescimento populacional até 2050. Um desses países, a Índia, deverá ultrapassar a China a partir do próximo ano e tornar-se o país mais populoso do mundo.
nnMigrantesnnA diretora da UNFPA relembra uma outra realidade atual: as novas comunidades de imigrantes têm taxa de natalidade superior à do país onde chegam.
nnNatalia Kanem reafirma que esses nascimentos "não são motivos de medo. De fato, em termos da crise do envelhecimento, teremos que buscar soluções que incluam a migração de pessoas dispostas a ajudar no cuidado de idosos, etc".
nnA diretora do Unfpa defende que "isso não deve alimentar a xenofobia e o ódio pelo outro" e alerta para os discursos alarmistas que "manipulam" essas dinâmicas para desencadear tensões sociais.
n