A pesquisa científica desenvolvida na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) segue avançando na busca por soluções que impactem diretamente a saúde e a qualidade de vida da população. Um novo estudo conduzido por pesquisadores do programa de Pós-Graduação em Química resultou no desenvolvimento de uma tecnologia inovadora de membranas para liberação controlada de fármacos, com foco no tratamento da psoríase.
A proposta coordenada e orientada pela professora Dra. Josiane Caetano Dragunski e pelos discentes do programa, Édina Liara Schons e Diogo José Salamanca da Silva, com a colaboração do professor Dr. Douglas Cardoso Dragunski., consiste em um sistema em múltiplas camadas capaz de organizar a liberação dos medicamentos de forma sequencial, representando um avanço em relação às formulações tópicas tradicionais, como pomadas e géis. Segundo os pesquisadores, a estrutura da membrana foi planejada para atuar em diferentes etapas do tratamento, potencializando os efeitos terapêuticos.
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Na primeira camada da membrana ocorre a liberação rápida de um agente queratolítico, substância responsável por preparar a pele e facilitar a absorção dos medicamentos que serão aplicados na sequência. Em seguida, a segunda camada libera o corticoide de maneira mais lenta e prolongada, garantindo um efeito terapêutico mais duradouro na região afetada.
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Outro diferencial da tecnologia está na forma de aplicação e no conforto para o paciente. Diferentemente das pomadas tradicionais, a membrana foi desenvolvida para formar uma camada fina e seca sobre a pele, evitando resíduos oleosos e o desconforto frequentemente relatado por quem utiliza tratamentos tópicos. “Uma das vantagens importantes desse sistema é a redução na frequência de aplicação. Como a membrana foi desenvolvida para liberar os medicamentos de forma organizada ao longo do tempo, o paciente não precisa reaplicar o tratamento várias vezes ao dia. Isso melhora bastante a adesão ao tratamento, porque torna o processo mais prático e menos incômodo no dia a dia”, destaca a professora Josiane Caetano.
A tecnologia também traz benefícios no uso cotidiano, especialmente durante o período noturno. Como a membrana permanece estável sobre a pele, o medicamento não é transferido para roupas ou lençóis, problema comum em formulações convencionais. “Isso garante maior eficácia do tratamento e proporciona mais conforto, higiene e tranquilidade ao paciente”, explica a pesquisadora.
Além dos benefícios clínicos e práticos, todo o desenvolvimento foi pensado para ser compatível com processos industriais de produção, o que amplia as possibilidades de aplicação futura da tecnologia no setor farmacêutico. “Esse depósito de patente é muito importante para nós, pois representa o compromisso da Unioeste com a inovação e reforça o impacto que a universidade pode gerar ao transformar pesquisa aplicada em soluções voltadas à saúde e à qualidade de vida da população”, ressalta.
Com a etapa inicial de desenvolvimento concluída, a pesquisa segue avançando. Os pesquisadores já conseguiram produzir a membrana contendo o fármaco e realizar testes em solução que simula as condições da pele. O próximo passo será a realização de estudos em modelos biológicos que representem de forma mais fiel o tecido cutâneo, seguidos por investigações pré-clínicas mais complexas.