Uma pesquisa desenvolvida pela doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Química, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), campus de Toledo, Fabiana da Silva Lima Cardoso, está analisando como diferentes tipos de polímeros podem contribuir para a remoção de poluentes da água. O estudo avalia o desempenho de membranas poliméricas combinadas com dióxido de titânio (TiO₂) e grafite, materiais conhecidos por seu potencial em processos de descontaminação ambiental.
O trabalho sob orientação do professor Douglas Dragunski, começou com a produção das membranas poliméricas, etapa em que os pesquisadores definiram os materiais mais adequados para a aplicação desejada. Foram priorizados polímeros de baixo custo, boa resistência, fácil processamento e com menor impacto ambiental. “Para a produção das membranas, foi utilizada a técnica de eletrofiação, um método que permite a formação de fibras extremamente finas, com grande área de contato, o que favorece a eficiência do tratamento da água”, afirma a doutoranda.
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Filato BeneAo todo, foram estudadas quatro variações de cada polímero: membranas puras, membranas com dióxido de titânio, membranas com grafite e membranas com a combinação de dióxido de titânio e grafite. Para testar a eficiência do material, os pesquisadores utilizaram como poluente modelo o corante têxtil Reactive Red 195, um composto bastante resistente e prejudicial aos rios e demais corpos d’água.
Após a produção, as membranas passaram por um processo de caracterização, que teve como objetivo verificar se o material apresentava as propriedades necessárias para sua aplicação. Segundo Fabiana foram realizadas análises físicas e químicas que confirmaram a incorporação adequada do dióxido de titânio e do grafite, além de apontarem diferenças importantes entre os dois polímeros. “Os resultados mostraram que o poliálcool vinílico (PVA) apresentou maior interação com a água, enquanto o polivinil butiral (PVB) se destacou pela maior estabilidade térmica e estrutural”, diz.
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Na etapa final do estudo, foram realizados testes fotocatalíticos, que simulam condições reais de tratamento de água. Nesses testes, a ação da luz ativa os materiais presentes nas membranas, promovendo a degradação dos poluentes. Os resultados foram expressivos: as membranas de PVA com dióxido de titânio e grafite alcançaram até 96% de degradação do corante, enquanto as de PVB chegaram a 94%.
O desenvolvimento da pesquisa está diretamente ligado às linhas de investigação do Grupo de pesquisa em eletrofiação, nanomateriais, polímeros, eletroquímica e catálise (GENPEC) da Unioeste, que atua no estudo, desenvolvimento e otimização de materiais poliméricos obtidos por eletrofiação. A partir desse contexto acadêmico, o trabalho também incorpora uma preocupação cada vez mais presente na ciência contemporânea: os impactos ambientais provocados pela contaminação de recursos hídricos.
A pesquisadora explica que a motivação para a pesquisa vai além do laboratório. “O interesse em realizar esta pesquisa surgiu tanto a partir das linhas do grupo de pesquisa do qual faço parte, quanto de uma inquietação pessoal em relação às problemáticas ambientais atuais, especialmente a contaminação de meios aquosos por diferentes tipos de poluentes”, destaca.
Entre os principais focos do estudo estão os corantes, substâncias amplamente utilizadas em produtos do cotidiano e em processos industriais. Apesar de sua presença constante, esses compostos ainda são pouco debatidos quanto ao potencial tóxico e à dificuldade de remoção da água, o que pode gerar impactos ambientais significativos. “Muitas vezes, os corantes são negligenciados, mesmo sendo substâncias que permanecem por longos períodos no meio ambiente e afetam diretamente a qualidade da água”, ressalta.