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Mais de 40 ex-funcionários do Frigorífico Rainha da Paz voltaram a se reunir na manhã desta quarta-feira (14) na sede do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Toledo, no Jardim Panorama, em Toledo. O encontro marcou mais uma mobilização dos trabalhadores junto ao Sindicato, com o objetivo de cobrar esclarecimentos, buscar encaminhamentos jurídicos e reforçar a pressão diante do descumprimento de acordos trabalhistas por parte da empresa.
Os ex-funcionários seguem sem receber a multa rescisória de 40,00% do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e, em grande parte dos casos, também não receberam uma das parcelas do acerto trabalhista, prevista para o dia 06 de janeiro. A situação tem causado dificuldades financeiras às famílias, agravando um cenário que já se arrasta desde o mês de novembro de 20025.
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Durante a reunião, o assistente jurídico do Sindicato, o advogado Fabrício Natal Poder, explicou que os problemas decorrem do não cumprimento de um acordo que previa o pagamento parcelado das rescisões contratuais. Segundo ele, a empresa chegou a efetuar algumas parcelas, ainda que com atraso, mas deixou de pagar a parcela prevista para janeiro, o que gerou novo impasse. Além disso, a multa de 40,00% do FGTS, essencial para que os trabalhadores possam movimentar os valores junto à Caixa Econômica Federal, também não foi depositada conforme o acordado.
De acordo com Fabrício, o Sindicato já havia executado judicialmente o acordo referente à multa do FGTS, o que resultou em um novo parcelamento. No entanto, novamente a empresa não honrou os pagamentos. ???Temos parcelas da rescisão em atraso e também o pagamento da multa do FGTS em atraso. Isso gera um grande transtorno aos trabalhadores, muitos dos quais ainda não conseguiram recolocação no mercado e dependem desses valores para manter suas famílias???, explicou.
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Ainda conforme os dados apresentados pelo Sindicato, ao todo 158 trabalhadores passaram pelo processo de rescisão. Destes, apenas 22 receberam a multa do FGTS. Em relação à rescisão contratual, cerca de 42 trabalhadores receberam o valor integral, enquanto a maioria segue aguardando pagamentos. Diante do novo descumprimento, o Sindicato informou que já nesta quarta-feira iria protocolar a execução judicial do acordo coletivo referente às rescisões, além de reforçar a cobrança judicial da multa de 40,00% do FGTS.
A reunião também foi marcada por relatos emocionados dos trabalhadores. Aparecido do Nascimento, um dos ex-funcionários, relatou o sentimento de indignação e frustração diante da situação. Segundo ele, muitos colegas enfrentam dificuldades para pagar aluguel, comprar alimentos e sustentar os filhos. ???Nós não estamos pedindo favor nem esmola. Estamos pedindo apenas o que é nosso, o direito pelo trabalho pesado que fizemos durante anos???, afirmou.
Outro depoimento foi o de Geni Ferreira dos Passos, que destacou a gravidade de sua situação pessoal. Ela contou que precisa dos valores para auxiliar a mãe, de 86 anos, que enfrenta problemas graves de saúde. Segundo Geni, apesar de apresentar documentos e manter contato frequente com a empresa, as informações repassadas não condizem com a realidade encontrada nos sistemas bancários. ???A empresa diz que depositou, mas você vai na Caixa e não tem nada. ?? um sentimento de indignação e desrespeito com o trabalhador, com o Sindicato e com a própria Justiça???, desabafou.

Os trabalhadores lembraram ainda que esta não é a primeira mobilização. Em 19 de novembro de 2025, um grupo já havia se reunido no Sindicato para protestar contra o não pagamento da multa do FGTS, logo após a empresa entrar em recuperação judicial. Na ocasião, o Sindicato alertou que o descumprimento de qualquer cláusula do acordo coletivo prevê multa adicional de 20,00% sobre os valores devidos, medida que agora deve ser buscada judicialmente.
O Sindicato da Alimentação reforçou que segue prestando apoio jurídico e orientações aos ex-funcionários e que continuará acompanhando o caso até que haja a quitação integral dos valores, seja por meio de acordo amigável ou por decisão judicial. Enquanto isso, os trabalhadores aguardam um posicionamento oficial da empresa e esperam que a Justiça garanta o pagamento dos seus direitos.
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