O Instituto Água e Terra (IAT) liberou no último sábado, 01º, a colheita e venda do pinhão no estado do Paraná. No entanto, o IAT reforça que apenas pinhões que tenham alcançado o completo processo de maturação poderão ser comercializados.
As normas e instruções de comercialização do pinhão são estabelecidas na Portaria IAP Nº 046/2015 e têm como objetivo conciliar a geração de renda e proteger a reprodução da araucária, ameaçada de extinção. Quando o pinhão cai ao chão, é uma oportunidade para animais, como a cutia, ajudarem a semear o fruto em outros lugares, garantindo a reprodução da araucária.
As pinhas imaturas apresentam casca esbranquiçada e alto teor de umidade, o que favorece a presença de fungos, podendo o alimento se tornar até tóxico para o consumo humano. Se ingerido, pode prejudicar a saúde com problemas como a má digestão, náuseas e episódios de constipação intestinal.
A multa em caso de desobediência é de R$ 300,00 a cada 50 quilos apreendidos, além da responsabilização por crime ambiental. Também não é permitida a venda de pinhões trazidos de outros estados. A safra começa em abril e normalmente se estende até junho.
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SicrediA comercialização do pinhão é uma importante fonte de renda para muitas famílias do Paraná, por isso, a conscientização sobre a importância da maturação completa do fruto e o respeito às normas estabelecidas são essenciais para a preservação da araucária e para garantir a segurança alimentar da população.
Com informações da AEN.