Além do Sol: astrologia explica porque muitos não se identificam com seus signos

A astrologia está cada vez mais associada a uma ciência que promove o autoconhecimento. Não é à toa que conferir o horóscopo diário já se tornou um hábito frequente de muitas pessoas, que buscam informações dos astros sobre diferentes aspectos da vida.
No entanto, muitos indivíduos acabam não encontrando uma identificação completa com a seção do horóscopo ou até mesmo com as características do signo solar. Isso ocorre, pois, de acordo com a astróloga Claudia Lisboa, a astrologia é muito mais do que a posição do Sol no dia em que uma pessoa nasceu.
“Nós não somos só um signo. Temos várias posições astrológicas, que têm uma espécie de base. São os pilares sobre os quais a gente pode dizer que somos alguma coisa ou construímos alguma coisa na vida.” explica a astróloga.
O signo solar, lunar, ascendente e meio do céu, são, de acordo com Lisboa, os quatro pontos da astrologia capazes de formar uma base sobre a vida de cada indivíduo. Todos estes aspectos podem ser descobertos por meio da interpretação do mapa astral on-line e gratuito.
Sol, lua, ascendente e meio do céu: base astrológica de um indivíduo
Para muitas pessoas, a astrologia se resume apenas ao signo solar, que pode ser descoberto com a data do nascimento. Sendo Áries o primeiro signo do zodíaco e Peixes o último.
Porém, Claudia Lisboa destaca que embora o signo solar possua uma grande importância no mapa astral, não deve ser considerado como o único elemento.
“O Sol realmente é quem comanda todo o espetáculo. Ele está no centro do sistema solar e nós temos todos os outros astros girando em torno dele, inclusive nós mesmos. Mas cada planeta, cada posição tem um detalhe na nossa personalidade e no jeito de a gente ser no mundo. A vida é esse monte de coisa e não daria para resumir tudo em um signo só!” pontua.
Ou seja, a partir da sinergia do signo solar, lunar, ascendente e meio do céu, é possível traçar características regentes de diferentes aspectos da vida humana, indo do campo social ao emocional, por exemplo.
Signo solar: racionalidade do indivíduo
O sol é a maior estrela e está posicionado no centro do sistema solar. Em seu blog, Claudia Lisboa explica que o protagonismo do elemento também se aplica na astrologia, já que dá força para que outros planetas do mapa astral possam se organizar e estruturar.
O signo solar é, portanto, ligado à energia e, segundo a astróloga, está ligado ao plano mental de um indivíduo, indicando a forma como ele pensa.
“O Sol representa, pela luz própria, a nossa relação com a razão, com a consciência. Então, tudo que é claro, tudo que é racional, tudo que é objetivo, é a energia vital que nos move.” destaca a astróloga.
Signo lunar: emoção do indivíduo
A lua é o satélite natural do planeta Terra, composta de fases, influencia as marés, colheitas, inspira rituais e celebrações em diferentes civilizações. No campo astrológico, ela é considerada símbolo de afeto.
Enquanto o Sol realiza uma volta completa nos doze signos do zodíaco em um ano, a Lua percorre o mesmo caminho em menos de um mês, pois fica dois dias e meio em cada signo.
Claudia Lisboa destaca que por ser um elemento que recebe a luz do Sol e reflete ela, o signo lunar está associado a uma luz interior. “A lua representa essa luz refletida associada às nossas emoções, a nossa subjetividade, ao inconsciente, ao que é mais sutil, as nossas afetividades. A lua explica como nós nos nutrimos emocionalmente, como somos afetados, como reagimos, como afetamos as pessoas com os nossos humores.” pontua.
Em seu blog, a astróloga destaca que a compreensão desse elemento é fundamental para entender o que torna cada indivíduo emocionalmente seguro e confiante nas relações.
Signo ascendente: singularidade do indivíduo
O ascendente, segundo Lisboa, é determinado pelo signo posicionado no horizonte ao leste da Terra no momento do nascimento de um indivíduo. Ou seja, é marcado pela posição astrológica do primeiro suspiro de uma pessoa quando chega ao mundo.
Para descobrir qual é o signo ascendente, é preciso saber o horário do nascimento de uma pessoa para que o cálculo astrológico seja feito.
De acordo com Claudia Lisboa, por ser um elemento marcado pelo que primeiro aparece no momento do nascimento, o signo ascendente está relacionado ao que é expresso no mundo exterior.
“Tem uma coisa com a nossa maneira de se mostrar, expressar o que estamos pensando, sentindo e desejando. É como se fosse uma expressão corporal do indivíduo. É o nosso estilo de ser. O ascendente tem a ver com o processo de individualização, singularidade, com a forma como as pessoas te veem.” explica.
Signo meio do céu: propósito de vida
O último elemento da base astrológica indicada por Claudia Lisboa é o meio do céu. De acordo com a astróloga, esse aspecto é determinado pela posição do meridiano, que é uma linha imaginária por onde o Sol passa ao meio-dia, no momento em que uma pessoa nasceu.
Enquanto o ascendente dá uma dimensão de espaço, o meio do céu traz uma dimensão de tempo, sendo dois pontos que conectam o indivíduo ao planeta Terra.
Lisboa pontua que, espiritualmente, o elemento tem uma relação com o que vem do alto, como uma bênção e oportunidade de crescimento e amadurecimento.
“O meio do céu é aquilo em cima da montanha. É tudo aquilo que eu quero ser quando eu crescer, em outro modo de dizer. São nossas metas, nossos propósitos, aquilo que nós viemos fazer aqui no sentido de contribuição para o todo, que, em geral, está associado a nossa vocação.” explica.




















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