Consumidores podem comprar on-line e fazer o pagamento com Pix, sem a necessidade de abrir o aplicativo do banco. A nova facilidade integra a terceira fase de implantação do open banking, sistema bancário aberto que traz novas regras para uso e compartilhamento de dados pelas instituições financeiras, conforme autorização do Banco Central (BC).
A novidade foi disponibilizada de forma escalonada, em novembro, para alguns clientes selecionados pelos bancos. Desde o dia 01º de dezembro foi ampliada para o público em geral, com o limite de R$ 1.000,00. A expectativa é que, a partir de fevereiro do próximo ano, a modalidade seja oferecida sem restrições de valor.
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Até então, ao realizar uma compra no e-commerce, os brasileiros eram redirecionados aos aplicativos dos bancos para confirmar a operação de pagamento. Agora isso não será preciso por conta da presença da figura do ???iniciador de pagamento???, empresa autorizada pelo BC a intermediar o repasse de recursos entre os bancos.
Cronograma
Outras facilidades estão previstas com a concretização da implantação do open banking. No primeiro semestre de 2022 devem ser apresentadas as novas regras para transferências entre contas de um mesmo banco, TED e pagamento com boletos por meio de redes sociais e aplicativos como o WhatsApp.
De acordo com o BC, as novas medidas deverão ser autorizadas pelos usuários, mas a autoridade monetária garante que o ambiente de compartilhamento irá oferecer a segurança necessária para o tratamento dos dados.
A expectativa é que os clientes tenham mais facilidade nas operações, reduzindo custos e burocracias. Antes do Pix, os pagamentos feitos por transferência bancária eram cobrados e exigiam diferentes informações. Além dos dados da conta, era necessário saber os códigos dos bancos e memorizar, por exemplo, o número do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e de outras instituições.
Interesse dos consumidores
Estudo realizado pela empresa de tecnologia Tecban, em parceria com o Instituto Ipsos, apontou que o open banking tem despertado a curiosidade dos brasileiros que se mostram abertos à novidade. Segundo o levantamento, quanto maior a renda dos consumidores, maior é o interesse pelas facilidades propostas pelo sistema.
Dentre os ouvidos na pesquisa, 31,00% do grupo com menor renda afirmaram que as iniciativas irão facilitar o dia a dia. Já no grupo de maior renda, o percentual que concordou com a afirmação foi de 48,00%.
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Além de simplificar as etapas de compra para o consumidor, a medida pode contribuir para aumentar o faturamento do e-commerce, que vive um período de bons resultados. Com o isolamento social por conta da pandemia da Covid-19, mais pessoas passaram a comprar pela internet e o hábito dá sinais de que veio para ficar.
Uma pesquisa realizada pela Confederação do Comércio (CNC) apontou que a expectativa é de que o setor encerre 2021 com o crescimento de 38,00% em comparação com o ano passado. Em cifras, o valor deve chegar a R$ 304 bilhões.
A expectativa de crescimento é ainda mais elevada quando observado que o ano de 2020 também foi positivo para as vendas on-line. Outro estudo, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital, apontou alta de quase 74,00% na comparação com 2019, período anterior à pandemia do Novo Coronavírus (Covid-19).