Cidade em transformação: conheça os prédios mais altos de Toledo


Foto: Gilmar Angelo - Toledo News
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Você já parou para pensar quais são os maiores prédios de Toledo? A cidade, conhecida por seu planejamento urbano e crescimento ordenado, conta com regras estabelecidas pelo Plano Diretor que limitam a altura máxima dos edifícios a 30 pavimentos. No entanto, algumas construções destacam-se no horizonte toledano, impressionando pela imponência e arquitetura.

O maior edifício da cidade é o Edifício Amaranto, localizado na Rua Borges de Medeiros, na Vila Industrial. Com 35 pavimentos, incluindo subsolo, ele ultrapassa o limite permitido devido a critérios específicos de construção. Quando concluído, foi considerado o maior prédio de todo o Oeste do Paraná, reforçando a sua importância como marco arquitetônico.

Na segunda posição está o Condomínio Edifício Aliança, situado na Rua 7 de Setembro, no Jardim La Salle. Com 23 pavimentos, a sua estrutura robusta o torna um destaque no cenário urbano. 

Logo atrás, em terceiro lugar, encontra-se o Edifício Bela Vista, ainda em construção. Localizado na esquina da Rua Haroldo Hamilton com a Rua Sarandi, em frente à Câmara de Vereadores de Toledo, ele terá 22 pavimentos ao ser finalizado.

O quarto edifício mais alto é o Urban, com 21 pavimentos. Ele fica na Rua Santos Dumont, em frente ao Teatro Municipal, enriquecendo ainda mais o entorno cultural da cidade. 

Fechando o top 5 está o Ópera Haus, também próximo ao Teatro Municipal, na Rua Ledoíno José Biavatti, com 17 pavimentos.

Um detalhe chama a atenção: todos esses edifícios estão localizados na chamada "zona central" de Toledo. Essa área é especialmente delimitada pelo Plano Diretor para receber grandes construções devido aos parâmetros mais flexíveis de uso e ocupação do solo. A concentração de prédios altos nessa região reflete uma estratégia de urbanização planejada, que prioriza o crescimento vertical no Centro enquanto promove a expansão horizontal nas extremidades da cidade, onde novos loteamentos continuam a surgir.

O secretário de Planejamento, Habitação e Urbanismo, Norisvaldo Penteado de Souza, deu mais detalhes sobre a chamada zona central. “A nossa tendência sim, é criar uma região onde é possível fazer a cidade crescer no sentido de verticalizações, que a parte vai adensar um pouco essa região, mas é a região que ela está, a zona central tem alguns parâmetros construtivos de uso e ocupação de solo de um percentual maior e podendo aumentar o gabarito de altura até 30 pavimentos, então essa região é a que vai ficar mais adensada”, esclareceu Norisvaldo.

Essa abordagem equilibrada garante que Toledo continue em pleno desenvolvimento, seja para os lados, com novos bairros, ou para o alto, com imponentes construções que moldam o seu horizonte.

Por fim, o secretário também reforçou que a cidade de Toledo está crescendo muito e em vários âmbitos, por isso muitas áreas também estão se desenvolvendo com as suas construções horizontais. “Na mesma vertente, nós também trabalhamos um Plano Diretor de expansão onde a cidade também vai crescer de forma horizontal e ela vai expandir mais. Por exemplo, o nosso limite de perímetro urbano, hoje, ele ultrapassa a rodovia BR-163 em uma parte, ele ultrapassa a Sanga Jacutinga no Jardim Copargo, onde criamos um bairro novo, que é o Cristo Rei, e o limitador ao Sul é o Rio São Francisco lá na Usina. Ou seja, toda essa área aí, ela está, digamos, dentro do perímetro urbano como zona residencial, onde são permitidos loteamentos. E é o que acontece, a gente tem várias demandas, tanto na região Sul como na região Oeste, que são bairros novos, de pedidos de diretrizes para a consolidação de loteamentos. Então a cidade cresce na forma vertical, que vai ser essa questão que a gente criou na Zona Central. E ela cresce também na forma horizontal, que a intenção é que se ocupe todo esse espaço onde a gente consolidou dentro de um perímetro urbano”, explicou o secretário.

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